quinta-feira, 20 de março de 2014

Estreias da Semana (20/03 a 26/03)

O grande destaque dessa semana fica por conta de O Grande Herói (Lone Survivor), estrelado por Mark Wahlberg, que contará a história de um soldado americano em meio à invasão no Afeganistão em busca de Osama Bin Laden. Dos Estados Unidos tem ainda a comédia Namoro ou Amizade? (That Awkward Moment).

No cinema nacional, estreiam nada menos do que três filmes: os dramas Jogo de Xadrez e Minutos Atrás, e a comédia S.O.S - Mulheres ao Mar, estrelada por Giovanna Antoneli. Para mais informações sobre cada um, confira a lista abaixo.

O Grande Herói

Baseada em fatos reais, a história acompanha o oficial da marinha norte-americana Marcus Luttrell (Mark Wahlberg), enviado ao Afeganistão em busca de um homem de confiança de Bin Laden. Após se negar a cumprir a ordem de matar um idoso e três crianças, ele acaba pondo em risco toda sua equipe, que é atacada por homens fortemente armados, ligados com a Al-Qaeda.

Lone Survivor, Estados Unidos, 2013.
Direção: Peter Berg
Duração: 122 minutos
Classificação: 16 anos
Ação / Drama / Guerra

Namoro ou Liberdade?

Três grandes amigos sempre levaram uma vida de farra e diversão, sem relacionamentos sérios. Aos poucos, porém, cada um deles conhece uma garota diferente, e contra suas próprias expectativas, os casos se transformam em namoro sério.

That Awkward Moment, Estados Unidos, 2013.
Direção: Tom Gormican
Duração: 94 minutos
Classificação: 12 anos
Comédia

Jogo de Xadrez

Mina (Priscila Fantin) está presa por fraudar a Previdência Social, e além de ter que se defender das outras detentas, precisa escapar da vigilância do diretor da unidade (Tuca Andrada). Além do mais, o crime que ela cometeu envolveu um senador (Antônio Calloni), que tenta de todas as formas impedir que seu nome venha à tona.

Jogo de Xadrez, Brasil, 2014.
Direção: Luis Antônio Pereira
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
Drama / Policial

S.O.S. - Mulheres ao Mar

Após receber o pedido de divórcio do marido, Adriana (Giovanna Antonelli) descobre que ele irá viajar num cruzeiro junto da nova companheira. Incentivada pela irmã, elas decidem embarcar na viagem, para que ela consiga reconquistá-lo.

S.O.S. - Mulheres ao Mar, Brasil, 2013.
Direção: Cris D'Amato
Duração: 96 minutos
Classificação: 12 anos
Comédia


Minutos Atrás

Nildo (Otávio Muller) e Alonso (Vladimir Brichta) são dois catadores, cujas almas solitárias vagam pela vida em busca de um motivo para suas vidas. Junto com seu cavalo Ruminante, os dois partilham estórias fantásticas e surreais, que às vezes, beiram a insanidade.

Minutos Atrás, Brasil, 2013.
Direção: Caio Sóh
Duração: 106 minutos
Classificação: 14 anos
Comédia / Drama / Fantasia

quarta-feira, 19 de março de 2014

Crítica: Ninfomaníaca: Volume 2 (2014)


Finalmente chegou ao fim o mistério que existia sobre a segunda parte do mais longo e polêmico filme de Lars Von Trier. Se a primeira chamou a atenção pelo humor, a segunda priorizou a dramaticidade e a melancolia, e apesar de inicialmente ser tudo parte de um mesmo filme, é bastante evidente a diferença entre ambos.


Ninfomaníaca: Volume II (Nymphomaniac: Volume II) continua exatamente do ponto onde o primeiro parou, mas logo retrocede rapidamente aos 12 anos de Joe, onde ela define o seu primeiro orgasmo e a visão transcendental que teve no momento. Seligman (Stellan Skarsgard) aproveita a história e monta um paradoxo com uma famosa imagem cristã, dando início desde cedo à polêmica, que Von Trier tanto adora.

A principal característica de ambas as partes são as digressões dos personagens de Joe e Seligman. Os diálogos tomam conta de boa parte do tempo, e são recheados de influências literárias, filosóficas e até mesmo musicais, chegando às vezes a fugir do tema principal, ainda que retorne subsequentemente. O personagem de Seligman aparece mais, e tem uma abordagem um pouco mais intimista nessa segunda parte, e finalmente acabou ganhando seu espaço merecido.



Seguindo a narrativa em forma de capítulos, dessa vez Joe está casada com Jêrome (Shia LeBoeuf), e está prestes a dar à luz a um menino. Com o advento do filho na vida do casal, e principalmente da rotina, a vida sexual dos dois acaba sofrendo uma perda significativa, e isso acaba deteriorando a cabeça de Joe. Ela continua com seu desejo incontrolável, enquanto Jêrome ressente por não conseguir mais dar conta, e após uma conversa séria, ambos optam por uma medida drástica: Joe continuará morando junto com Jêrome e o filho, mas está livre para transar com outros homens.

Nessa busca por prazer exterior, ela acaba se metendo em situações bastante incomuns e degradantes. Numa dessas conhece K. (Jamie Bell), com quem passa a ter sessões de sadomasoquismo (com cenas fortes e realistas ao extremo). Nesse mesmo período, por conta de suas saídas constantes de casa, ela acaba neglicenciando os cuidados com os filhos, o que faz com que Jêrome vá embora definitivamente com ele.


O capítulo 7 começa com uma Joe diferente após o drama familiar. Desesperada, ela começa a buscar ajuda em grupos de apoio, com mulheres que vivem seu mesmo problema. Porém, com o tempo, ela percebe que no fundo não está fazendo nada de errado, e o discurso dela em frente às outras mulheres é de se aplaudir de pé.

O filme frisa bastante no fato de que, se Joe fosse um homem, talvez suas atitudes quanto a sexo seriam aceitas com muito mais facilidade. No final, Seligman comenta sobre isso brilhantemente. Afinal, por que uma mulher não pode ser livre para sair com quantos homens quiser? Por que ela não pode buscar prazer, mesmo que seja através das situações mais curiosas? Por que ela tem que ser refém de uma sociedade hipócrita, que a olha com desdém enquanto guarda para si os segredos mais obscuros de sua própria sexualidade? 



De todas as cenas polêmicas, talvez a do pedófilo seja a que mais choca. Ao descobrir a preferência sexual de um homem por crianças, Joe se solidariza com ele, afinal, ambos vivem transtornos sexuais que necessitam esconder, e vivem culpados diariamente por ter que conviver com essa sua condição. Se ele nunca fez nada de mal a ninguém, qual a culpa que ele tem de carregar esse fardo, esse desejo incomum? Serve como um tapa na cara de quem julga os outros sem se colocar no lugar, e é uma das partes mais interessantes do longa sem dúvida alguma.

A parte menos interessante, porém, é a final. Parece que toda a estrutura cuidadosamente planejada nas primeiras horas desmorona nos últimos 30 minutos. Depois que Joe começa a dividir o apartamento com P. (Mia Goth), uma menina bem mais nova, e as duas começam a ter relações, a história parece se perder. Além disso, Joe consegue um emprego estranho, de cobrança de dívidas, que culmina no reencontro mal elaborado com Jêrome. 



Assim como na primeira parte, a sequência também possui uma belíssima fotografia, com uma estética diferente de outros filmes do diretor. As atuações não são impressionantes, mas também não decepcionam, e a trilha sonora continua excelente. O único deslize narrativo, ao meu ver, foi a troca repentina de atrizes em um dado momento, fazendo Joe envelhecer praticamente vinte anos em três.

No mais, trata-se, sem dúvida, de um filme que vai ficar marcado para sempre como um dos mais impactantes da carreira de Von Trier. A viagem pela vida de Joe certamente vale a pena, ainda que não seja um filme fácil de engolir. O final é uma verdadeira crítica ao lado perverso da natureza humana, onde ninguém escapa, por mais caráter que pareça ter.



Crítica: Flores Raras (2014)


Uma verdadeira joia rara do cinema nacional. É assim que descreveria o novo filme do diretor Bruno Barreto, que enfim, parece ter feito a grande obra da sua carreira até então. Diferente de tudo que já foi visto no cinema brasileiro, o filme toca num tema polêmico e super atual: o relacionamento amorosos entre duas mulheres.


A trama mostra a relação que existiu entre a poetisa norte-americana Elizabeth Bishop e a arquiteta e urbanista carioca Lota de Macedo Soares. Em meados da década de 50, Bishop (Miranda Otto) vivia uma crise criativa, e na tentativa de se reinventar, partiu rumo ao Rio de Janeiro para ficar na casa de sua amiga Mary (Tracy Middendorf), então companheira de Lota (Glória Pires).

A princípio era para ela ficar apenas três dias no local, mas por uma série de motivos acabou ficando mais do que o esperado. Com o tempo, ela e Lota não conseguiram controlar mais o desejo que passaram a nutrir uma pela outra, e iniciaram uma tórrida relação de amor, mesmo com Mary em casa.


Arquiteta de mão cheia, Lota projetou um local no próprio terreno (uma propriedade belíssima no interior da capital carioca) para que Bishop pudesse, com tranquilidade, escrever suas poesias, usando a paisagem como inspiração. O fato é que não tardou para que a poetisa voltasse a escrever, em um ápice criativo, que resultou em diversos prêmios literários a partir de então.

Uma das partes mais interessantes do enredo é a ambientação que ele faz do Brasil nos anos 50, tanto em fatos políticos, como em construções de obras até hoje consideradas um marco no país. O Rio de Janeiro está irreconhecível, mas percebemos que já naquela época havia uma gritante desigualdade social, como mostrado na hora em que as duas compram uma criança de uma família pobre para cuidar como filha.


A cena que marcou o filme, para mim, foi o discurso de Bishop durante um jantar com políticos, incluindo o governador do estado, Carlos Lacerda, logo após o golpe militar que instaurou a ditadura no Brasil. Ela se indigna ao ver que, em pleno golpe, pessoas jogam bola na praia e se divertem como se não tivessem acabado de perder sua liberdade. Usando isso como exemplo, critica a alegria exacerbada e o desejo de comemorar do povo brasileiro, como se aqui todos levassem tudo na brincadeira.

Tecnicamente o filme é muito bem construído. As tomadas são criadas com uma visão microscópica aos detalhes, e Barreto está de parabéns pelo excelente trabalho. Enquanto Lota é expansiva e emotiva ao extremo, Bishop é contida e silenciosa, e essa diferença acaba ficando evidente graças às excelentes atuações de Miranda Otto e Glória Pires. A fotografia do longa também é exuberante, assim como a trilha sonora, que mescla com maestria Bossa Nova e MPB.


Em um tempo de ouro para os filmes que abordam o homossexualismo feminino (vide o sucesso de Azul é a Cor Mais Quente), Flores Raras conquista seu espaço, mas com certeza vai muito além disso. É um filme que vale a pena ser apreciado, sem dúvida alguma.


domingo, 16 de março de 2014

Os 5 filmes mais marcantes de Bernardo Bertolucci

Nascido em 16 de março de 1940, o italiano Bernardo Bertolucci começou cedo na carreira de cineasta, ainda no final dos anos 50, quando gravou seus primeiros curta-metragens. Sua carreira como diretor, de fato, iniciou em 1962 com o longa A Morte (La Commare Secca), mas foi com Antes da Revolução (Prima Della Rivoluzione), de 1964, que ele enfim chamou a atenção do público e da crítica. Ainda nos anos 60, Bertolucci escreveria o roteiro de Era Uma Vez no Oeste (Once Upon a Time in the West), que talvez seja o melhor filme do diretor Sergio Leone.

Já nos Estados Unidos, ele dirigiu o sucesso da época O Conformista (Il Conformista), pelo qual chegou a concorrer ao Óscar de melhor roteiro. Em 1972, lançou o polêmico O Último Tango em Paris (Ultimo Tango a Parije), com Marlon Brando e Maris Schneider. O longa ficou conhecido pelas cenas de nudez explícita (uma das marcas do diretor) e, principalmente, pela cena clássica da manteiga (quem assistiu sabe de qual estou falando). Ainda nos anos 70 ele lançou o épico 1900, talvez o melhor e mais grandioso filme da sua carreira, que contava com Robert de Niro e Gerárd Depardieu, ambos em início de carreira.

Nos anos 80, Bertolucci lançou o seu filme mais premiado da carreira, O Último Imperador (The Last Emperor), que levou nove Óscar para casa, incluindo o de melhor filme e o de melhor diretor. De lá para cá, ele lançou alguns bons filmes, todos bastante intimistas, que usam e abusam do seu velho estilo de narrativa lenta. O maior sucesso dentre eles é Os Sonhadores, que conquistou o circuito alternativo em 2003 ao mostrar um grupo de jovens revolucionários, na Paris de 1968, que se encontram e se relacionam entre si.

Numa homenagem ao diretor, listei abaixo 5 filmes marcantes e imperdíveis de sua carreira. Confira abaixo e comente.


1. O Último Tango em Paris (1972)

Enquanto procura um apartamento para morar, a jovem Jeanne (Maria Schneider) conhece um americano, Paul (Marlon Brando), cuja esposa recém cometeu suicídio. Instantaneamente os dois iniciam um tórrido romance, onde combinam não conversar sobre suas vidas passadas e nem saberem seus nomes, sendo sexo o único objetivo dos encontros. Porém, as coisas não são tão fáceis quanto parecem.

2. O Último Imperador (1987)

O filme mostra a saga de Pu Yi, o último imperador da China, que foi declarado para o cargo quando tinha apenas 3 anos de idade e viveu enclausurado na Cidade Proibida até ser deposto pelo governo revolucionário, conhecendo o mundo exterior pela primeira vez depois de 24 anos.

3. 1900 (1976)

A saga épica acompanha 45 anos da vida de dois amigos inseparáveis, o filho de um camponês e o filho do dono das terras onde o pai do primeiro trabalha. Juntos, eles acompanham o crescimento do fascismo na Itália, numa jornada de separações, insegurança e descobertas. A longa duração (cerca de 5 horas e meia) afasta o grande público de início, mas com certeza vale a pena perder um dia assistindo-o.

4. O Conformista (1970)

Marcello (Jean Louis Trintgnant) acaba de aceitar um trabalho para Mussollini, enquanto flerta e inicia um romance com uma bela jovem. Casados, eles vão à Paris para uma lua de mel, onde ele deve também cumprir uma missão dada por seus chefes: eliminar um professor que fugiu da Itália após o início do regime fascista.

5. Os Sonhadores (2003)

Matthew (Michael Pitt) é um jovem que, em 1968, vai estudar em Paris. Lá ele conheceos jovens Isabelle (Eva Green) e Theo (Louis Garrel), e logo os três se tornam amigos. Com o tempo, eles acabam dividindo experiências e desejos, enquanto a capital francesa vive a efervescência dos movimentos da Revolução Estudantil.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Estreias da Semana (13/03 a 19/03)

Depois da recente e inesperada mudança no dia das estreias nos cinemas, que passaram de sexta-feira para quinta-feira, essa será a primeira semana que o novo formato entrará em prática. E já começa bem, com bons filmes em cartaz.

Começo destacando, entre eles, a segunda parte de Ninfomaníaca (Nymphoniac), do dinamarquês Lars von Trier. A sequência está sendo lançada antes mesmo do previsto por conta do sucesso do primeiro nas bilheterias, lançado exatamente dois meses atrás. Na trama, Joe continua contando para Seligman as suas aventuras sexuais desde a adolescência, na tentativa de explicar o porque de ter aparecido machucada na rua.

Dos games para as telas dos cinemas, o longa Need for Speed promete agradar aos amantes da velocidade. Estrelado por Aaron Paul (o Jesse da série Breaking Bad), o filme conta a história de uma vingança, tendo como fundo as corridas ilegais pelos Estados Unidos. Dos Estados Unidos ainda tem o romance Refém da Paixão (Labor Day), estrelado por Kate Winslet, Josh Brolin e Tobey Maguire, e o drama A Música Nunca Parou (The Music Never Stopped).

O cinema nacional traz mais uma porrada crítica sobre a violência urbana, com o filme Alemão. Ambientado no complexo de mesmo nome localizado no Rio de Janeiro, um dos mais violentos da cidade, ele promete mostrar (assim como Tropa de Elite já havia feito) a parte podre dos conflitos que a televisão não mostra. É estrelado por Cauã Reymond, Antônio Fagundes e Caio Blat.

Fechando a lista ainda tem a animação Justin e a Espada da Coragem e a comédia croata Os Filhos do Padre (Svecenikova Djeca). Enfim, confira melhores informações sobre cada um abaixo.

Ninfomaníaca: Volume 2

Segunda parte do filme de Lars Von Trier. Joe (Charlotte Gainsbourg) continua contando suas aventuras sexuais a um homem mais velho (Stellan Skarsgard), que a recolheu na rua após ela aparecer machucada.

Nymphomaniac: Volume II, Dinamarca, 2013.
Direção: Lars von Trier
Duração: 124 minutos
Classificação: 18 anos
Need for Speed - O Filme

Tobey Marshall (Aaron Paul) é um piloto que foi traído por seu rico e arrogante sócio Dino (Dominic Cooper), e acabou preso. Após ganhar a liberdade, ele começa a articular uma vingança, o que o obriga a participar de um circuito de corridas ilegais por todo o país, usando carros superpotentes.

Need for Speed, Estados Unidos, 2013.
Direção: Scot Waugh
Duração: 130 minutos
Classificação: 12 anos

Refém da Paixão

Uma mãe divorciada e depressiva e seu filho de 13 anos resolvem ajudar um homem misterioso. Com o tempo, o garoto aprende valiosas lições de vida, mas após um tempo isso tudo tem um fim quando eles descobrem que ele é um fugitivo da polícia.

Labor Day, Estados Unidos, 2013.
Direção: Jason Reitman
Duração: 111 minutos
Classificação: 10 anos
Drama
Assista o trailer aqui.


A Música Nunca Parou

Henry Sawyer (J.K. Simmons) é um pai que luta para se conectar com o filho Gabriel (Lou Taylor Pucci), que descobre um tumor no cérebro que o impede de produzir novas memórias. Os dois tentam superar uma distância emocional quando encontram uma forma de se relacionarem através da música.

The Music Never Stopped, Estados Unidos, 2012.
Direção: Jim Kohlberg
Duração: 105 minutos
Classificação: 10 anos
Drama
Assista o trailer aqui.

Alemão

Cinco policiais trabalham infiltrados no Complexo do Alemão, uma área que reúne diversas favelas e é um dos locais mais perigosos do Rio de Janeiro. Desmascarados pelos traficantes, eles agora estão presos, e aguardam serem executados ou resgatados pelas forças policiais, o que pode trazer à tona a missão clandestina realizada pela Polícia Militar.

Alemão, Brasil, 2013.
Direção: José Eduardo Belmonte
Duração: 110 minutos
Classificação: 16 anos
Drama / Policial
Assista o trailer aqui.


Os Filhos do Padre

Em uma pitoresca vila na Croácia, há mais funerais do que nascimentos. Fabian (Kresimir Mikic) é um jovem padre indicado para ser o novo pároco do lugar, e ao ouvir a confissão de um dos fiéis, descobre que a baixa natalidade é culpa da alta venda de preservativos. Querendo modificar a situação, ele tem uma brilhante e drástica ideia, que acaba causando um número exorbitante de nascimentos, com consequências inesperadas.

Svecenikova Djeca, Croácia, 2013.
Direção: Vinko Bresan
Duração: 93 minutos
Classificação: N/C
Comédia
Assista o trailer aqui.

Justin e a Espada da Coragem

Justin sempre quis ser um cavaleiro, mas seu pai, um conselheiro da Rainha, quer que o filho siga seus passos e se torne um advogado. Em busca de ajuda, o garoto procura a avó e descobre que seu avô, Sir Roland, foi o mais nobre cavaleiro do reino e protetor do Rei, até que foi traído e morto pelo terrível Sir Heraclio. Mesmo contra o desejo do pai, ele resolve ir em busca de seu sonho de se tornar cavaleiro.

Justin and the Knights of Valour, Estados Unidos, 2013.
Direção: Manuel Sicilia
Duração: 90 minutos
Classificação: 10 anos