terça-feira, 22 de abril de 2014

Os 5 melhores filmes com Jack Nicholson.

Nascido no dia 22 de abril de 1937, o ator norte-americano Jack Nicholson é considerado um dos maiores nomes da história do cinema mundial. Dono de uma vida particular polêmica e conturbada, ele iniciou na carreira trabalhando com Roger Corman, onde apareceu pela primeira vez na telona em 1958, no filme The Cry Baby Killer.

O primeiro sucesso de Nicholson veio com Sem Destino (Easy Rider), de Dennis Hooper, que virou um dos principais nomes da chamada "Nova Hollywood". Depois vieram outros clássicos como Cada um Vive como Quer, Chinatown e Um Estranho no Ninho, pelo qual recebeu o primeiro Óscar de melhor ator em 1976. Em 1980, estrelou o terror O Iluminado, de Stanley Kubrick, que até hoje é considerado por muitos como sua melhor participação nas telas. Nessa época, chegou até a se aventurar como diretor, no "meia-boca" Com a Corda no Pescoço.

Depois de mais alguns bons filmes como Laços de Ternura e Reds, Nicholson voltou aos holofotes em 1989 com seu papel de Curinga no filme Batman, de Tim Burton. Em 1997, ganhou seu segundo Óscar de melhor ator pelo filme Melhor é Impossível. De lá para cá, tem feito uma série de filmes simples mas bons, como As Confissões de Schmidt, Tratamento de Choque, Os Infiltrados e Antes de Partir.

Abaixo, vocês conferem uma lista com aqueles que para mim são os cinco melhores filmes do ator. E aí, você concorda? Acrescentaria mais algum? Comente.


O Iluminado (1980)

Alguns personagem são icônicos, e mesmo passadas décadas ainda seguem no imaginário popular, sendo insubstituíveis. Um exemplo disso é Jack Torrance, vivido por Nicholson no clássico de Stanley Kubrick. Contratado para ficar como vigia de um hotel abandonado durante o inverno, Torrance acaba sendo afetado pelo isolamento claustrofóbico, e aos poucos vai alterando sua personalidade, se transformando num psicopata agressivo e violento contra a própria família. O ator se entregou tanto ao personagem que nunca mais conseguiu se livrar de alguns dos trejeitos que ele adquiriu durante as filmagem, e que até hoje fazem dele um personagem dentre os mais lembrados de todos os tempos.

Um Estranho no Ninho (1975)

Dirigido por Milos Forman, Um Estranho no Ninho mostra de forma cruel os "bastidores" de um hospital psiquiátrico, e o quanto esse tipo de instituição pode ser nocivo às pessoas que ali vivem. Na trama, Nicholson é Randle McMurphy, um detento que simula insanidade para poder se livrar da cadeia, e acaba internado em uma clínica para doentes mentais. Aos poucos, ele começa a incentivar os outros internos a se rebelarem contra o sistema de regras desumanas do local, mas a "revolta" acaba fazendo com que McMurphy pague um preço pelo qual ele não esperava. É talvez a melhor atuação da carreira de Nicholson, e seu Óscar de melhor ator foi a prova disso.


Chinatown (1974)

Em Chinatown, Nicholson tem uma de suas melhores atuações ao dar vida ao detetive J. J. Gittes, especializado em casos matrimoniais. Um dia, recebe em seu escritório a visita de uma misteriosa mulher, que está desconfiada que seu marido, um engenheiro-chefe da Companhia de Água e Energia de Los Angeles, a está traindo. O que de início era para ser apenas mais uma investigação sobre um caso extraconjugal, acaba levando a revelações bombásticas sobre fatos secretos, que envolvem desde desvios na Companhia até compras ilegais de terras devido por meio de um grande esquema de corrupção.


Laços de Ternura (1983)

No premiado filme de James L. Brooks, Nicholson não chega a ser o personagem principal, e aparece relativamente pouco em comparação aos outros filmes da lista. Porém, sua participação é tão memorável, que ele acaba roubando a cena nos poucos momentos em que aparece. Na trama ele é Garrett Breedlove, um homem já cinquentão, mas que vive desregradamente, sem ter perdido o espírito mulherengo e conquistador da juventude. Quando uma vizinha viúva se muda para a casa ao lado, ele passa a fazer de tudo para conquistá-la. Nicholson ganhou o Óscar de melhor ator coadjuvante por sua atuação.


Melhor é Impossível (1997)

Foi com Melhor é Impossível que Jack Nicholson levou para casa o seu segundo Óscar de melhor ator para casa. E não é para menos, sua atuação é fantástica. Ele dá vida a Melvin Udall, um escritor de sucesso que é na verdade um homem repugnante, homofóbico, racista e anti-semita. Além disso, vive isolado em seu apartamento, e evita qualquer tipo de relacionamento com as pessoas ao redor. Porém, quando o vizinho gay acaba indo para o hospital após um assalto em seu apartamento, Melvin acaba tendo que cuidar de seu cachorro, um animal que ele sempre odiou. Com o tempo, ele vai criando uma relação de amizade com o animal, que acaba servindo também para aproximá-lo de uma vizinha garçonete pelo qual ele sempre se sentiu atraído.

domingo, 20 de abril de 2014

Crítica: A Jaula de Ouro (2014)


Todos os dias, milhares de pessoas saem de suas cidades, de todos os cantos da América Central, rumo ao sonho de viver a vida nos Estados Unidos. Isso é uma triste realidade pela qual já ouvimos e ainda ouviremos falar muito, infelizmente quase sempre com um final dramático. A Jaula de Ouro, do diretor estreante Diego Quemada-Diez, mostra essa luta de uma forma humana e visceral, como poucas vezes mostrada até então nas telas.


O filme começa silencioso, com a primeira palavra sendo proferida apenas depois de passados sete minutos. Até lá, acompanhamos imagens do dia-dia de dois adolescentes de uma cidade na Guatemala, que sonham atravessar a fronteira do México com os Estados Unidos para melhorar de vida. Um deles é Juan, que logo se firma como uma espécie de chefe entre eles. O outro na verdade é uma menina, Sara, que esconde os seios, corta o cabelo e usa roupas de menino para tentar esconder seu sexo, usando o nome de Osvaldo. Junto deles ainda está um terceiro garoto, Samuel.

Depois de serem transportados de barco até uma ponte férrea, eles pegam carona clandestinamente num trem de carga, que já estava transportando outras dezenas de homens, todos escondidos. Ao chegar em uma pequena cidade, passam a fazer apresentações artísticas na rua para ganhar dinheiro para a alimentação. Pegos pela polícia, todos são levados de volta à Guatemala, junto com um quarto garoto, que fez a viagem junto com eles.

Eles não desistem, e resolvem tentar refazer o longo caminho da primeira vez. Porém, o fardo é pesado demais para Samuel, que desiste de tudo deixa o grupo desfalcado. A dor nos seus olhos é tocante na hora em que ele dá adeus aos companheiros. Percebemos que se trata da dor de deixar um sonho para trás, e de se culpar por não ter a coragem suficiente de enfrentar as dificuldades que viriam pela frente. Apoiado pelos amigos, ele então fica, e os outros seguem viagem.


Como o caminho é basicamente todo por florestas, eles tem que se virar para sobreviver no meio do mato, enquanto tentam alcançar o objetivo. Por sorte, o garoto que entrou no grupo por último é um índio, chamado Chauk, que conhece um pouco mais da selva do que os dois que viveram a vida toda na cidade. No caminho, porém, são surpreendidos violentamente pela polícia de imigração, mas são salvos por um homem que esconde eles em uma casa até a polícia ir embora.

Em uma nova travessia, o trem onde eles estão sendo transportados acaba sendo assaltado, e todos obrigados a descer. A gangue de assaltantes pede todos os pertences das pessoas, além de separar as mulheres e colocá-las em um caminhão. Pensamos logo na sorte de Sara estar se passando por homem, e o quanto isso está servindo para salvar sua vida. No entanto, isso dura até um deles descobrir seu disfarce, e ela ser levada junto.


O triste destino de Sara a gente desconhece (ou finge desconhecer para não se deprimir ainda mais), e no fim das contas, sobram juntos apenas os dois que no início não se davam: Juan a Chauk, que na dificuldade vêem um no outro a força para seguir em frente. Seguindo viagem, novamente são surpreendidos, dessa vez por narcotraficantes, que tentam ganhar algum proveito diante da situação de desespero dos que estão no trem junto com eles.

Apesar de toda a dificuldade, e de inúmeros fatos que fariam qualquer um de nós desistir, eles chegam enfim a tão sonhada fronteira com os Estados Unidos. Milhões e milhões de quilômetros de um muro infinito, que atravessa paisagens, montanhas e cidades ao meio. Ao dar esse último passo rumo ao sonho,infelizmente algo acontece aos dois, e faz com que tudo desmorone de forma irreversível. 

Juan consegue atravessar e ganhar a vida no país norte americano, mas com um emprego miserável e sem perspectiva alguma de mudança. O fato nos leva a pensar em tudo pelo qual essas pessoas tem que passar, para chegar no dito "país de primeiro mundo" vivendo igual ou pior do que viviam em seu país natal. Mais do que isso, faz a gente pensar em quão mesquinhos somos por reclamar de coisas bobas, quando outros vivem de forma desumana pelos quatro cantos do planeta.


É realmente um filme que mexe com o emocional de quem assiste, e é impossível ficar indiferente. O final é de uma beleza que chega a encher os olhos de lágrimas. Afinal, não se trata de apenas mais um filme sobre a travessia da "fronteira proibida", mas sim, de um filme sobre o ser-humano, sobre suas esperanças e desesperanças, e sobre os sonhos temos de ter uma vida digna, que deveria ser direito de todos.

As atuações dos jovens são brilhantes. Cada personagem cativa por alguma qualidade própria, o que cria um laço muito forte com quem assiste. Por isso mesmo, o fim de cada um mexe com a gente como se fossem conhecidos nossos, e é impossível não sentir um peso no coração.


Segundo uma entrevista feita com o diretor Diego Quesada, que já trabalhou como operador de câmera para diretores como Ken Loach, Fernando Meirelles e Alejandro González Iñarritú, o processo de filmagem foi complicado e passou por momentos tensos, como a intervenção de narcotraficantes que queriam embargar o longa. 

Para sorte nossa, ele seguiu em frente, e trouxe para os nossos olhos uma narrativa pesada, consistente, e de forte valor emocional. La Jaula de Oro foi destaque em diversas premiações, inclusive no Festival de Cannes do ano passado, onde os três protagonistas receberam prêmios por suas interpretações. É certamente um dos melhores filmes do ano.


Festival de Cannes anuncia os selecionados para a mostra competitiva de 2014.

Cartaz oficial do festival desse ano, com o ilustre Marcelo Mastroianni.
Foram anunciados nessa quinta-feira (17), entre 1700 pré-indicados, os 18 filmes que irão concorrer à Palma de Ouro do festival de Cannes desse ano.

Começo destacando a presença do veterano Jean-Luc Godard na lista, com seu mais novo trabalho Goodbye to Language. Com 83 anos de idade, Godard é considerado um dos cineastas mais importantes de toda a história do cinema francês, além de ter sido precursor do movimento Nouvelle Vague, que influenciou praticamente todo o cinema feito no país a partir da década de 60.

Outros veteranos que marcam presença são o americano David Cronenberg, com seu Maps to the Stars, e os britânicos Ken Loach e Mike Leigh, com Jimmy's Hall e Mr. Turner, respectivamente. Além disso, a listagem ainda traz nomes conhecidos que vem chamando a atenção da crítica nos últimos anos como Xavier Dolan, Michel Hazanavicius e os irmãos Dardenne. A grande surpresa talvez tenha sido The Homesman, dirigida pelo veterano ator Tommy Lee Jones, nessa que é apenas sua segunda investida como diretor. 

O Festival de Cannes inicia dia 14 de maio e termina no dia 25 do mesmo mês, e terá como presidente do júri a diretora neozelandesa Jane Campion (de O Piano). Grace de Mônaco, dirigido por Olivier Dahan e protagonizado com Nicole Kidman, será o filme de abertura. A lista completa dos indicados ao prêmio principal vocês conferem abaixo.

Clouds of Sils Maria, de Olivier Assayas
Foxcatcher, de Bennett Miller
Goodbye to Language, de Jean-Luc Godard
Jimmy's Hall, de Ken Loach
La Meraviglie, de Alice Rohrwacher
Leviathan, de Andrei Zvyagintsev
Maps to the Stars, de David Cronenberg
Mommy, de Xavier Dolan
Mr. Turner, de Mike Leigh
Saint Laurent, de Bertrand Bonello
Still the Water, de Naomi Kawase
The Captive, de Atom Egoyan
The Homesman, de Tommy Lee Jones
The Search, de Michel Hazanavicius
Timbuktu, de Abderrahmane Sissako
Two Days, One Night, de Jean-Pierre e Luc Dardenne
Wild Tales, de Damian Szifron
Winter Sleep, de Nuri Bilge Ceylan

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Crítica: O Homem Duplicado (2014)


"O Caos é uma ordem ainda Indecifrável". É com essa frase de José Saramago que se inicia mais uma adaptação de uma obra sua para o cinema, O Homem Duplicado (Enemy). Depois do excelente Ensaio Sobre a Cegueira, do brasileiro Fernando Meirelles, a missão de levar às telas mais um romance do escritor lusitano caiu dessa vez nas mãos do canadense Denis Villeneuve (Incêndios / Os Suspeitos), mas o resultado final, porém, ficou muito abaixo do que eu esperava.


A trama começa mostrando o dia-dia do professor universitário Adam (Jake Gyllenhaal), que faz as mesmas coisas todos os dias, em uma rotina cansativa, do momento em que acorda até o momento em que vai dormir. Certo dia, um colega de Adam pergunta a ele se ele gosta de cinema e recomenda que ele assista "Onde há vontade, há caminho".

Após pegar o filme numa locadora, à primeira vista ele não percebe nada de mais na obra, e tem até um sentimento de indiferença para com ela. Porém, após uma noite de sonhos inquietos, ele resolve rever o filme em uma cena especifica (que aparece no seu sonho), onde se depara com uma situação que ele não havia percebido anteriormente: um dos atores que aparece na tela é exatamente igual a ele, como se fosse uma cópia fiel e perfeita da sua aparência.



Intrigado com a situação, ele anota todos os nomes do letreiro final na tentativa de saber o nome do ator, e após pesquisar na internet, descobre que ele se chama Daniel Saint Claire e que ele já trabalhou em diversos filmes. A partir de então, Adam resolve assistir todos os seus trabalhos, ficando cada vez mais obcecado por esse estranho "sósia".

Como se não bastasse o susto de saber que existe alguém igual a ele no mundo, as pessoas ao redor passam a chamá-lo com o nome do ator, e até a mulher de Daniel confunde sua voz no telefone com a dele. Após diversas tentativas de contato, Adam consegue marcar um encontro entre os dois em um hotel às escondidas, mas não imagina que a conversa entre eles vai mudar pra sempre as suas vidas. Inicia-se um joguinho de interesses entre eles, com um querendo ter a vida do outro, o que acaba levando a um final trágico e inesperado.

Aliás, sobre o final faço aqui um adendo: o filme é feito de diversas metáforas, que podem confundir a cabeça de muitos, assim como confundiu a minha. O diretor não se preocupa em responder algumas questões, e eu particularmente não gosto de filmes assim, onde aparentemente só o diretor entende e cada um tem sua própria versão. Por isso, confesso que o final me deixou bastante desanimado (e pensando "mas que porra é essa?), sobretudo por tentar passar alguma espécie de significado que eu não consegui compreender.



O enredo no entanto tem um bom ritmo. O clima é bastante sufocante, como se algo fosse acontecer a qualquer momento no meio das cenas, e isso serve para prender o espectador do início ao fim. Villeneuve vai tecendo aos poucos uma teia vasta de acontecimentos e detalhes, que por mais atenção que lhe sejam prestados, acabam deixando pontas soltas e até mesmo indecifráveis. As atuações de Jake Gyllenhaal e Melanie Laurent são concisas. Aliás, Gyllenhaal parece finalmente ter conquistado um status de respeito após seus últimos trabalhos, em um amadurecimento explícito e bem-vindo da carreira. 

Por fim, O Homem Duplicado é o tipo de filme que é preciso ser visto mais de uma vez (talvez duas, três, quatro...) para que possamos compreender sua magnitude, pois é complexo e extremamente subjetivo. Salvo alguns pontos positivos já descritos acima, o longa é para mim uma verdadeira decepção, e já pode ser descrito como um dos filmes mais controversos de 2014.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

Estreias da Semana (17/04 a 23/04)

O grande destaque dessa semana fica por conta da ficção científica Divergente (Divergent), baseado no Best-seller de Veronica Roth, que mostra uma Chicago distópica em um futuro distante (mas nem tão distante assim). Quem também chama a atenção é O Grande Mestre, sobre o mestre das artes marciais que treinou Bruce Lee. O filme chegou a concorrer ao Óscar de melhor filme estrangeiro desse ano, que ficou com o italiano A Grande Beleza.

Da Europa, tem O Palácio Francês, que lembra bastante Os Sabores do Palácio, lançado ano passado. A diferença é que dessa vez não é uma cozinheira que passa a trabalhar no palácio do governo, descobrindo as falcatruas por debaixo dos panos, mas sim, um estagiário que vira braço direito do ministro das Relações Internacionais.

Do cinema brasileiro, são destaques as comédias Copa de Elite e Julio Sumiu, ambos da Globo Filmes. Enfim,confira a lista completa abaixo, com os dados de cada um.


Divergente


Numa Chicago futurista, Beatrice (Shailene Woodley) tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida ao completar 16 anos. Cada uma delas representa um valor diferente, como honestidade, generosidade, coragem e outros. Ela surpreende a todos quando escolhe a facção dos destemidos, tendo que abandonar dessa forma a família para enfrentar uma longa jornada de descobertas.

Divergent, Estados Unidos, 2013.
Direção: Neil Burger
Duração: 139 minutos
Classificação: 14 anos
Ação / Ficção Científica

O Grande Mestre

Esse drama de ação mostra a história de um dos maiores mestres em artes marciais da história, Ip Man (Tony Leung), o homem que treinou Bruce Lee.

Yut doi jung si, Hong Kong, 2013.
Direção: Wong Kar-Wai
Duração: 123 minutos
Classificação: 12 anos
Ação / Biografia

O Palácio Francês

Recém formado na Escola Nacional de Administração, Arthur Vlaminck (Raphael Personnaz) é chamado para trabalhar no Ministério das Relações Exteriores a serviço do ambicioso ministro Alexandre Taillard (Thierry Lhermitte). Ele será responsável por elaborar o discurso do ministro, mas logo percebe que em meio a golpes políticos e vaidades pessoais, essa tarefa não sera nada fácil.

Quai d'Orsay, França, 2014.
Direção: Bertrand Tavernier
Duração: 113 minutos
Classificação: 12 anos
Comédia


O Filho de Deus

Vindo de uma pescaria fracassada, Pedro (Darwin Shaw) encontra Jesus Cristo (Diogo Morgado), que o convence a segui-lo. Logo, Cristo reunirá 12 apóstolos que tem por missão espalhar seus ideais pela terra. Entretanto, por mais que pregue o amor ao próximo e a compaixão, sua popularidade desperta a ira de pessoas importantes de Jerusalém.

Son of God, Estados Unidos, 2013.
Direção: Christopher Spencer
Duração: 138 minutos
Classificação: 14 anos
Drama

Marina

Após o final da Segunda Guerra Mundial, um pai se muda com a família para trabalhar em uma mina de carvão na Bélgica. A nova realidade é um choque para um dos filhos, e ele passa a procurar refúgio na música e principalmente no amor.

Marina, Bélgica/Itália, 2013.
Direção: Stijn Coninx
Duração: 118 minutos
Classificação: 14 anos
Drama


Pelo Malo


Junior, um menino de nove anos de idade, sonha em alisar o cabelo para ficar mais parecido com sua imagem fantasiosa de um cantor famoso. Enquanto tenta evitar o jeito "diferente" do filho, sua mãe luta para sustentar a família após a morte do marido.

Pelo Malo, Venezuela, 2013.
Direção: Mariana Rondón
Duração: 93 minutos
Classificação: 12 anos
Drama

Copa de Elite

O policial Jorge Capitão (Marcos Veras) é um competente capitão do BOPE e um ídolo brasileiro. Só que depois dele salvar de um sequestro o maior craque argentino, às vésperas da Copa, acaba virando inimigo público número 1 danação. Expulso e desacreditado pelo povo, ele precisa reaprender a trabalhar em equipe para evitar um atentado contra o Papa no final do torneio.

Copa de Elite, Brasil, 2013.
Direção: Vitor Brandt
Duração: 99 minutos
Classificação: 14 anos
Comédia


Julio Sumiu


Edna (Lilia Cabral) acorda um dia desesperada ao perceber que seu filho Silvio (Fiuk) sumiu de casa sem deixar pistas. Após ouvir na secretária eletrônica que o filho está com Tião Demônio (Leandro Firmino), o chefe do tráfico do morro ao lado, ela decide ir até lá para negociar, e acaba fazendo um negócio arriscado em troca da liberdade do filho.

Julio Sumiu, Brasil, 2013.
Direção: Roberto Berliner
Duração: 100 minutos
Classificação: 16 anos
Comédia