sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Estreias da Semana (04/12 a 11/12)

Sete filmes entram em cartaz nessa quinta-feira em todo o Brasil. Começo destacando Homens, Mulheres e Filhos, novo trabalho do diretor Jason Reitman (de Juno, Amor sem Escalas e Obrigado por Fumar). Para quem gosta de comédia, tem a sequência de Quero Matar Meu Chefe, lançado em 2011 e para quem gosta de terror, tem a sequência de Uma Noite de Crime, lançado no ano passado. Para as crianças, tem a comédia As Aventuras de Paddington, dos mesmos produtores de Harry Potter. A lista completa vocês conferem logo abaixo.

Homens, Mulheres e Filhos

Adultos, adolescentes e crianças amam, sofrem, se relacionam e compartilham tudo. A internet é onipresente e nesta grande rede em que o mundo se transformou, as ideias de integração ganharam um novo significado. Esse filme pretende ligar casos típicos do dia-dia para mostrar o quão nocivo isso pode ser para todos nós.

Men, Women & Children, Estados Unidos, 2014.
Direção: Jason Reitman
Duração: 120 minutos
Classificação: 16 anos
Comédia/Drama

Quero Matar Meu Chefe 2

Nick (Jason Bateman), Dale (Charlie Day) e Kurt (Jason Sudeikis) decidem se tornar os seus próprios chefes, mas são traídos por um investidor (Chrisopher Waltz). Sem altenativas legais, o trio decide sequestrar o filho do vilão para retomar o controle da empresa.

Horrible Bosses 2, Estados Unidos, 2014.
Direção: Sean Anders
Duração: 108 minutos
Classificação: 14 anos
Comédia

Uma Noite de Crime - Anarquia

Sequência de Uma Noite de Crime (2013), o filme mostra uma nova visão sobre o futuro onde, para tentar conter a violência, o governo dos Estados Unidos decreta um único dia onde todo e qualquer crime é permitido.

The Purge: Anarchy, Estados Unidos, 2014.
Direção: James DeMonaco
Duração: 103 minutos
Classificação: 16 anos
Ação/Suspense/Terror

As Aventuras de Paddington

Paddington foi criado na floresta do Peru pelos tios, até que um terremoto acabou separando-os. Diante disso, o pequeno urso é enviado para Londres, onde acaba chegando a uma estação de trem. Lá, conhece a família Brown, que decide ajudá-lo a encontrar um explorador que teria visitado o Peru há alguns anos atrás.

Paddington, Estados Unidos, 2014.
Direção: Paul King
Duração: 95 minutos
Classificação: 10 anos
Animação/Comédia

À Procura

Oito anos depois do desaparecimento de Cassandra, alguns incidentes perturbadores indicam que ela continua viva. A polícia, seus familiares e a própria Cassandra tentarão resolver o mistério do seu desaparecimento.

The Captive, Estados Unidos, 2014.
Direção: Atom Egoyan
Duração: 112 minutos
Classificação: 12 anos
Suspense



Caçada Mortal

Um ex-policial alcoólatra investiga o caso do sequestro da esposa de um traficante de Nova York. Os sequestradores pedem um alto resgate e, como aviso, começam a mandar pedaços da mulher.

A Walk Among the Tombstones, Estados Unidos, 2014.
Direção: Scott Frank
Duração: 114 minutos
Classificação: 16 anos
Drama/Suspense

Alguém Qualquer

Zé (Tristan Aronovich) é um trabalhador padrão, que leva sua rotina de faxineiro e restaurador de cadeiras de palha muito a sério. Após sofrer um ataque cardíaco, Zé descobre que só lhe restam poucos meses de vida, e ao reencontrar uma prima distante, Zé passa a refletir sobre a sua existência.

Alguém Qualquer, Brasil, 2014.
Direção: Tristan Aronovich
Duração: 124 minutos
Classificação: 10 anos
Comédia

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

20 temas instrumentais inesquecíveis do cinema.

Desde que o cinema foi projetado e lançado pelos irmãos Lumière no final do século 20, que as trilhas ganharam papel importante nas produções, sendo muitas vezes a marca registrada de um filme. Nas primeiras décadas, no entanto, as trilhas eram tocadas ao vivo enquanto o filme passava na tela, geralmente interpretadas de improviso por uma orquestra ou um musicista solo. O problema é que era bastante difícil haver uma sincronia entre a imagem e o som, o que muitas vezes atrapalhava o andamento do filme.

Somente a partir da década de 20 que os filmes começaram a ganhar suas trilhas exclusivas, e o trabalho dos compositores passou a ser de extrema importância. Grandes nomes, ao longo dos anos, ficaram conhecidos por seus trabalhos impressionantes, como o do italiano Ennio Morricone, do canadense Howard Shore e do norte-americano John Williams. No Óscar, a categoria de melhor trilha começou a ser disputada em 1938, onde As Aventuras de Robin Hood conquistou a estatueta.

Tomei a liberdade de listar abaixo 20 temas musicais que para mim são os melhores de todos os tempos. Alguns são tão apaixonantes, que é Impossível não ouvi-los sem sentir vontade de rever cada um desses filmes. Vamos a ela:

1. E O Vento Levou, de Max Steiner

Além da trilha sensacional de E O Vento Levou, Max Steiner também é responsável por outras trilhas clássicas como King Kong, Casablanca e Rastros de Ódio. No entanto, é no clássico dirigido por Victor Fleming e protagonizado por Clark Gable e Viven Leigh, que ele tem sua obra-prima definitiva.


2. Três Homens em Conflito, de Ennio Morricone

Uma das maiores trilhas da história do cinema, isso se não for a maior! Empolgante, bonita e totalmente conectada com o que vemos em cena, o tema principal do filme é referência até hoje quando se fala em filmes de faroeste.

3. O Poderoso Chefão, de Nino Rota

Parceiro de longa data de Federico Fellini, Nino Rota foi a escolha ideal para fazer a trilha de uma produção americana muito italiana. Da primeira cena a última, é primoroso o trabalho do compositor, e a trilha é apenas um ingrediente a mais nesse que é um dos maiores filmes de todos os tempos.


4. Star Wars, de John Williams

O trabalho de John WIlliams em Star Wars talvez seja o mais impressionante da sua carreira. Não apenas pelo inesquecível tema principal, mas também por outras músicas marcantes, como a famosa Marcha Imperial.


5. Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, de John Williams

O que dizer do tema sonoro de Indiana Jones? É tão marcante que basta ouvi-lo para logo vir as imagens do filme na cabeça. É impossível alguém na face da terra que não a conheça, ainda que não tenha assistido o longa.


6. O Senhor dos Anéis, de Howard Shore

A trilha sonora de O Senhor dos Anéis pode não ter aquela batida que fica na cabeça, mas não precisa disso para ser considerada excelente. Shore conseguiu uma junção de composições que seguem o espírito de fantasia e aventura épica, e possui canções belíssimas como a trilha do condado.

7. Coração Valente, de James Horner

For the Love of a Princess é até hoje uma das músicas que mais me emociona e me causa arrepios. A música folclórica escocesa combina de forma primorosa com a história desse que é um dos melhores filmes dos anos 90.


8. ET - O Extraterrestre, de John Williams

Grande sucesso dos anos 80, E.T. - O Extraterrestre tem uma trilha belíssima. A música tema é empolgante e simplesmente inesquecível, e toca o coração do espectador desde os primeiros acordes.


9. Jurassic Park, de John Wiliams

Mais um trabalho memorável de John Williams. Envolvente, impactante e bela, a trilha de Jurassic Park ajuda a fazer do filme um jovem clássico.


10. 007, de Monty Norman e John Barry

John Barry foi o compositor que mais trabalhou na franquia de James Bond, mas foi Monty Norman que fez o clássico tema do personagem. Por anos, Barry lutou na justiça pedindo crédito como coautor, uma vez que ele teria contribuído para a composição, mas a Corte Britânica decidiu, no início dos anos 2000, que Norman foi o verdadeiro autor e que Barry fez apenas um arranjo a partir da composição original. Disputas a parte, o fato é que a trilha sonora de 007 é marcante ao extremo.


11. Carruagens de Fogo, de Vangelis

O filme em si não é tão bom, mas trouxe uma das maiores contribuições sonoras da história do cinema. A trilha de Carruagens de Fogo virou referência e inspiração para momentos de superação.


12. Por Um Punhado de Dólares, de Ennio Morricone

O famoso assobio em conjunto com outros elementos sonoros fazem do tema principal de Um Punhado de Dólares mais uma obra-prima de Morricone.


13. Psicose, de Bernard Herrmann

Herrmann fez as trilhas marcantes de Um Corpo Que Cai e Intriga Internacional. Mas foi com Psicose que a parceria entre o compositor e o diretor Alfred Hitchcock encontrou seu ponto mais alto.


14. Superman, de John Williams

Superman é um clássico dos filmes de super-heróis e já ganhou inúmeras regravações dos anos 70 para cá. Mas a primeira e mais nostálgica se diferencia das outras por ter nos apresentado a trilha que marcou para sempre como tema clássico do super-herói. Como se não bastasse Star Wars, E.T, Indiana Jones e Jurassic Park, Williams tem mais essa obra brilhante no currículo.


15. Forrest Gump, de Alan Silvestri

Forrest Gump Suite é o tema principal desse filme espetacular, dirigido por Robert Zemeckis. O trabalho de Alan Silvestri é primoroso.


16. Platoon, de Samuel Barber

Para muitos, Platoon é o melhor filme de guerra já feito na história do cinema, e muito disso se deve a trilha sonora impactante de Samuel Barber.


17. Era Uma Vez no Oeste, Ennio Morricone

Mais uma trilha do italiano Morricone. Seu trabalho em Era Uma Vez no Oeste impressiona do início ao fim, e o tema principal é só mais um entre tantos que mudaram para sempre os filmes do gênero.


18. 2001: Uma Odisseia no Espaço

A ópera Also Sprach Zarathustra, de Richard Strauss, nunca mais foi vista da mesma forma após 2001: Uma Odisseia no Espaço. Apesar de não ter sido feita originalmente para o filme, ela se encaixou perfeitamente nesse clássico da ficção científica.

19. Barry Lyndon, de Franz Schubert

Barry Lyndon é um dos melhores filmes de Stanley Kubrick, sendo perfeito em quase tudo, desde a fotografia às atuações. E a trilha sonora não poderia ser diferente. Apesar de não ter um tema exclusivo, ela é composta por diversas músicas clássicas.

20. Requiem Para um Sonho, de Clint Mansel

A trilha sonora de Requiem Para um Sonho vai crescendo junto com a trama, e se torna sufocante no final. O brilhante trabalho de Clint Mansel só ajuda o filme a ser um dos melhores das últimas duas décadas.

Crítica: Interestelar (2014)


Christopher Nolan se tornou nos últimos anos um dos diretores mais respeitados de Hollywood. Desde seu primeiro sucesso Amnésia, lançado em 2000, ele coleciona uma elogiável lista de filmes, como a trilogia Batman - Cavaleiro das Trevas, o contraditório O Grande Truque e o enigmático A Origem. Em 2014 seu nome volta à tona com a superprodução Interestelar, talvez seu filme mais ambicioso até então, que vem chamando bastante atenção da crítica.



O enredo começa contando a história de Cooper (Matthew McConaughey), um fazendeiro viúvo que vive com seu pai e seus dois filhos numa fazenda enquanto cuida de sua lavoura de milho, atormentada pelas constantes tempestades de poeira que vem atingindo a Terra. Num futuro de data incerta, o nosso planeta está sofrendo de um grande mal que acabou com quase todas as reservas de comida, gerando uma enorme crise mundial.

Temendo pela extinção da espécie, um grupo de astronautas é enviado para além da galáxia para explorar outros planetas e tentar encontrar algum que possua as mesmas características da Terra e possa abrigar uma nova colônia de humanos. Sem querer, Cooper acaba sendo o responsável por comandar a equipe, por conta de sua experiência anterior como piloto da NASA, mesmo que para isso acabe tendo que deixar a família sob risco de nunca mais vê-la.



A partir de então, entramos numa verdadeira odisseia pelo espaço, sendo impossível não compará-lo ao grande clássico de Kubrick ou até mesmo a Solaris, de Tarkovski. No entanto, dessa vez Nolan vai muito mais longe do que qualquer um havia ido, fazendo com que a Sonda espacial atravesse a nossa galáxia e vá para outras, o que parece hoje humanamente impossível (até que se prove o contrário).

Mas Nolan usa durante todo o filme teorias de físicos conceituados, e absolutamente nada passa sem explicação. Diferente de A Origem, onde todos ficamos com um ponto de interrogação gigantesco na cabeça após o final, aqui tudo é explicado nos detalhes. Isso acaba cansando a segunda parte do filme, pois são muitas informações científicas, mas de fato elas são importantíssimas pro andamento.



O começo mais humanista, do pai de família cuidando dos filhos, contrasta com o final teórico. A relação espaço-tempo permeia todo o filme, assim como a multimensionalidade. A cena mais magnífica do filme para mim é quando Cooper recebe, no espaço, mensagens de seus filhos. Como a passagem do tempo acaba sendo diferente para quem está na Terra e para quem está no espaço, Cooper continua com a mesma idade enquanto os filhos já estão crescidos e com filhos.

Muitos filmes mostram um mundo à beira do colapso, onde um herói é designado para, literalmente, "salvar a humanidade". O filme não foge tanto assim disso, mas não dá para dizer que ele segue um clichê. O roteiro é bem construído, e as atuações são excelentes, com destaque para Matthew McConaughey, ganhador do último Óscar e grande nome da geração atual de atores. Na parte técnica, a única coisa que realmente me incomodou foi a trilha sonora. Em alguns momentos ela se torna extremamente insuportável.



Por fim, Interestelar é um filme grandioso em sua essência, mas não me deixou saciado no final. Eu queria algo a mais, confesso, mas ainda assim é um filme a ser lembrado pelos próximos anos. Contemplativo, o longa tenta nos mostrar que somos apenas uma pequena partícula de um universo tão vasto e ainda inexplorado, e esse é seu grande mérito.


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Estreias da Semana (27/11 a 03/12)

Quatro filmes entram em cartaz nessa quinta-feira e o principal destaque fica por conta de De Volta ao Jogo, protagonizado por Keanu Reeves. Outro destaque é o romance Elsa & Fred, remake americano do sucesso argentino de mesmo nome, lançado em 2005. Por falar em cinema argentino, tem o novo filme do ator Ricardo Darín, Sétimo, cuja crítica do blog vocês podem conferir aqui. Por fim, tem o nacional Os Amigos, com Marco Ricca e Dira Paes. As informações específicas de cada um deles vocês podem conferir logo abaixo.

De Volta ao Jogo

John Wick (Keanu Reeves) já foi um dos assassinos mais temidos de Nova York, trabalhando em parceria com a máfia russa. Um dia ele decide se aposentar, e nesse período tem que lidar com a triste morte de sua esposa. Antes de sua morte, ela deixa com ele um cachorro como sua única lembrança. Quando esse cachorro é morto por bandidos, John parte em busca de uma vingança.

John Wick, Estados Unidos, 2014.
Direção: David Leitch e Chad Stahelski
Duração: 101 minutos
Classificação: 16 anos
Ação / Suspense

Elsa & Fred

Elsa (Shirley MacLaine) é uma romântica, que sonha encontrar um amor para recriar a famosa cena da Fontada di Trevi, de A Doce Vida, clássico filme de Federico Fellini. Fred (Christopher Plummer) é um homem pacato, ainda desacostumado com a recente viuvez. Quando os dois se tornam vizinhos, a vida dos dois muda de vez.

Elsa & Fred, Estados Unidos, 2014.
Direção: Michael Radford
Duração: 104 minutos
Classificação: 12 anos
Comédia / Drama / Romance

Sétimo

Todos os dias, Sebastián (Ricardo Darín) e seus dois filhos, Luna e Luca, fazem a mesma brincadeira. Eles apostam que vai do sétimo andar ao térreo de forma mais rápida: o pai no elevador, ou as crianças pelas escadas. Um dia as crianças desaparecem durante a "corrida", sem deixar pistas, e ele não mede esforços para encontrá-los.

Séptimo, Argentina, 2014.
Direção: Patxi Amezcua
Duração: 88 minutos
Classificação: 12 anos
Suspense

Os Amigos

Téo (Marco Ricca) é um arquiteto solitário que passa por uma fase difícil na vida, devido ao falecimento de seu melhor amigo na infância. Sua melhor amiga da atualidade é Majú (Dira Paes), mãe de duas crianças que vive tentando arranjar uma namorada para ele. Ao longo do dia, Téo se perde em meio às lembranças do passado, o que faz com que visite a viúva Lígia (Sandra Corveloni), e as atribuições do trabalho.

Os Amigos, Brasil, 2014.
Direção: Lina Chamie
Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos
Drama

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Estreias da Semana (20/11 a 26/11)

Cinco filmes entram em cartaz nessa quinta-feira nos cinemas brasileiros. O grande destaque é o novo filme da milionária saga Jogos Vorazes, franquia adolescente mais bem sucedida desde "Harry Potter". Campeão de bilheteria de um filme de estreia nos Estados Unidos, ele tem tudo para ser o grande sucesso desse segundo semestre por aqui. Outro destaque é o brasileiro Boa Sorte, com a atriz Deborah Secco. Os demais filmes vocês conferem abaixo.


Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1


Após sobreviver duas vezes aos jogos vorazes, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) servirá como símbolo de uma revolução iniciada no Distrito 13. Além de ter que manter sua imagem de ícone, a jovem ainda precisa se preocupar em defender sua mãe e sua irmã no meio da guerra.

The Hunger Games: Mockingjay - Part 1, Estados Unidos, 2014.
Direção: Francis Lawrence
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
Ação / Drama / Ficção Científica


Uma Promessa


Um jovem diplomata (Richard Madden) ingressa no serviço administrativo de uma usina siderúrgica. Por conta de seu bom trabalho, seu patrão (Alan Rickman) o contrata para o posto de secretário particular. Conforme os dias passam, ele conhece e se aproxima da esposa do chefe, apaixonando-se perdidamente por ela.

A Promise, Bélgica/França, 2014.
Direção: Patrice Leconte
Duração: 98 minutos
Classificação: 12 anos
Drama / Romance


O Ciúme


Louis (Louis Garrel) é ator e vive com Claudia (Anna Mouglalis), também atriz, em um pequeno apartamento. Eles levam uma vida normal, porém complicada financeiramente. A carreira dela vai de mal a pior e ele faz tudo para ajudá-la enquanto tenta encontrar tempo para manter-se próximo à filha Charlotte (Olga Molshtein).

La Jalousie, França, 2014.
Direção: Philippe Garrel
Duração: 77 minutos
Classificação: 12 anos
Drama


Nós Somos as Melhores!

Bobo (Mira Barkhammar) e Klara (Mira Grosin) tem 12 anos e são amigas inseparáveis. Fãs de punk rock, sentem-se descoladas na escola e em suas famílias. Um dia, como provocação a um grupo de garotos, elas resolvem montar uma banda junto com o amiga Hedvig, uma talentosa violinista que não tem nada a ver com o estilo punk das outras duas.

Vi är bäst, Suécia, 2014.
Direção: Lukas Moodysson
Duração: 102 minutos
Classificação: 12 anos
Comédia / Drama

Boa Sorte

Após uma série de problemas comportamentais, o adolescente João (João Pedro Zappa) é internado pela família em uma clínica psiquiátrica. No local ele conhece Judite (Deborah Secco), também paciente, por quem logo se apaixona. Ele não tem muito tempo de vida e ambos sabem disso, mas isso não impede que iniciem um intenso romance.

Boa Sorte, Brasil, 2014.
Direção: Carolina Jabor
Duração: 90 minutos
Classificação: 16 anos
Drama / Romance