quinta-feira, 14 de maio de 2015

Estreias da Semana (14/05 a 20/05)

Seis filmes entram em cartaz no Brasil nesta quinta-feira, e o grande lançamento da semana é sem dúvida Mad Max: Estrada da Fúria. Diferente do que parecia quando anunciado, o filme não se trata de um remake do clássico que levou multidões ao cinema nos anos 70 e 80, mas sim, de uma continuação da história de Max Rockantasky, interpretado por Mel Gibson na trilogia original e agora por Tom Hardy.

Para quem gosta do cinema europeu, tem o divertido Um Pombo Pousou Num Galho Refletindo Sobre a Existência, do sueco Roy Anderson, conhecido por seu cinema excêntrico e de forte crítica à sociedade moderna. Tem também A Gangue, filme ucraniano que chamou a atenção da crítica por ter sido filmado inteiramente com atores surdo-mudos e na linguagem de sinais. Aos amantes do cinema oriental, tem o O Desejo da Minha Alma, filme de estreia do diretor Masakazu Sugita. Do cinema nacional ainda tem o drama Metanóia, sobre a dependência química, e a comédia Divã a 2, continuação de Divã, lançado em 2009. Confira:

Mad Max: Estrada da Fúria

Numa paisagem desértica e pós-apocalíptica, a humanidade precisa lutar por suas vidas. Uma dessas pessoas é Max (Tom Hardy), um homem durão e de poucas palavras que está em busca de paz de espírito após perder a mulher e o filho.

Mad Max: Fury Road, Estados Unidos, 2015.
Direção: George Miller
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
Ação

Um Pompo Pousou Num Galho Refletindo Sobre a Existência

O filme apresenta um conjunto de esquetes que refletem sobre as trivialidades da vida e como cada ser humano encara situações como alegria, tristeza e vergonha. A câmera é como se fosse um pombo parado em uma janela, observando o comportamento humano diante da vida que lhe aparece pela frente.

En Duva Satt pa en Gren Och Funderade pa Tillvaron, Suécia, 2015.
Direção: Roy Andersson
Duração: 101 minutos
Classificação: 14 anos
Comédia

A Gangue

O deficiente auditivo Sergey (Grigoriy Fesenko) é matriculado em uma escola especializada e logo toma ciência das regras da gangue juvenil que age na instituição. Após praticar uma série de roubos, ele cresce na hierarquia do grupo, mas coloca tudo a perder quando se envolve com Anna (Yana Novikova), concubina do líder da organização.

Plemya, Ucrânia, 2015.
Direção: Myroslav Slaboshpytskiy
Duração: 132 minutos
Classificação: 16 anos
Drama

O Desejo da Minha Alma

O Japão é acometido por um terrível terremoto. A destruição psicológica nas pessoas sobreviventes é tão devastadora quanto a destruição física, e é no meio dessa desolação que se encontram os irmãos Haruna e Sotha. Eles perderam os pais no desastre e passaram a ser criados pelos tios, onde lutam dia a dia para retomar a felicidade que antes existia entre eles.

Hitono Nozomino Yorokobiyo, Japão, 2015.
Direção: Masakazu Sugita
Duração: 85 minutos
Classificação: 12 anos
Drama

Metanóia

Eduardo (Caique Oliveira) cresceu na periferia de São Paulo e teve uma boa educação de sua mãe, Solande (Einat Falbel). Apesar disso, Eduardo mergulha no universo das drogas e se torna usuário de crack. A mãe, desesperada, tenta ajudar o filho a se livrar da dependência química custe o que custar.

Metanóia, Brasil, 2015.
Direção: Miguel Nagle
Duração: 107 minutos
Classificação: 14 anos
Drama

Divã a 2

O produtor de eventos Marcos (Rafael Infante) e a ortopedista Eduarda (Vanessa Giácomo) já estão casados há dez anos. Nesse período, o relacionamento acaba se desgastando e por isso eles buscam ajuda no divã de um psicólogo. Mas o que era para resolver os desentendimentos do casal acaba os separando ainda mais, quando Eduarda se entrega ao amor de Leo (Marcelo Serrado).

Divã a 2, Brasil, 2015.
Direção: Paulo Fontenelle
Duração: 93 minutos
Classificação: 12 anos
Comédia / Romance

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Crítica: O Sal da Terra (2014)


Concorrente ao Óscar de melhor documentário em 2015, O Sal da Terra (Le Sel de la Terre) é um dos melhores filmes do gênero que já tive a oportunidade de assistir, mexendo comigo como poucos até hoje conseguiram. Dirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, o documentário é uma biografia do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, mas vai muito além disso.



Nos últimos 40 anos, o fotógrafo mineiro Sebastião Salgado viajou pelos cinco continentes do globo, onde registrou com sua câmera alguns dos principais eventos da nossa história recente. Foi logo no começo da carreira que ele descobriu seu maior dom: fotografar o ser-humano e mostrar a alma de cada um através do olhar, e ninguém possui tamanha habilidade para isso como ele. Guerras, secas, fome, campos de refugiados, isso tudo fazia parte do cotidiano de Salgado, que registrou as mais belas e cruéis imagens da barbárie humana ao longo de sua carreira. 

Sua fase "social" é sem dúvida a mais chocante de todas. Seja registrando costumes indígenas da América Latina, ou expondo as terríveis condições humanas na África, o fato é que suas fotos doem na alma. São imagens poderosas, e é impossível não olhar para elas e não sentir vergonha da nossa raça, ou pelo menos um sentimento de impotência muito grande por saber que coisas horríveis acontecem por aí e não podemos fazer nada para ajudar.



A angústia de Sebastião Salgado foi tanta depois de tudo que viu que ele perdeu a fé na humanidade, e depois de décadas, não conseguiu mais registrar imagens como aquelas. "Várias vezes larguei as câmeras para chorar pelo que via", disse o fotógrafo com um olhar emocionado. Porém, ele seria incapaz de deixar sua paixão de lado, e foi então que resolveu iniciar uma nova série de fotos, onde registraria as belezas naturais do planeta, numa espécie de homenagem ao que ainda existe de bonito por aqui.

O documentário ainda termina abordando o projeto de replantio da mata atlântica que Sebastião Salgado iniciou junto com sua família, que mudou completamente a paisagem desmatada que antes existia ao redor das terras da família. No fim das contas, o sentimento que fica é de que deveriam existir mais pessoas como Sebastião Salgado. Um exemplo de homem, que tentou mudar o mundo através das suas lentes.



Por fim, O Sal da Terra é uma verdadeira celebração à arte da fotografia. A direção acertou em cheio ao mostrar quase tudo em preto e branco, como são a maior parte das fotos de Salgado. É certamente um filme para se apreciar e se apaixonar, e uma verdadeira lição sobre a nossa humanidade.


domingo, 10 de maio de 2015

Crítica: Kurt Cobain - Montage of Heck (2015)


A trajetória de Kurt Cobain, líder do Nirvana, já foi contada de diversas formas, e coube ao diretor Brett Morgen trazer essa história mais uma vez aos cinemas. Já considerada por muitos como a biografia definitiva do artista que revolucionou o rock nos anos 1990, Kurt Cobain - Montage of Heck é sem dúvida o musical mais esperado do ano.



O filme já começa com a lendária apresentação da banda no Brasil, famosa por ter Kurt entrando de cadeira de rodas e uma peruca loira no palco, um pouco antes de começar os primeiros acordes da explosiva Territorial Pissing. Logo já começam as entrevistas, primeiramente com a mãe, o pai e a irmã de Cobain, que vão relatando um pouco mais da sua infância e da sua tumultuada adolescência.

O que mais chama a atenção é justamente a participação dos três no filme. Em outros documentários sobre Cobain, como Kurt Cobain - Retratos de Uma Ausência lançado em 2009, eles eram apenas citados, e as entrevistas eram quase todas feitas com amigos da época e colegas de palco. Logo ficou claro que a intenção de Morgen desde o início era abordar primordialmente o laço familiar de Kurt, e mostrar como essa relação moldou sua cabeça ao longo dos anos.



Entre todas as entrevistas do filme a que mais surpreende de fato é a da ex-mulher e líder do grupo Hole, Courtney Love. Pela primeira vez ela ganhou voz e espaço (e principalmente aceitou de bom grado) para expôr seus sentimentos a respeito da relação que existia entre eles durante os anos em que foram casados. O começo da relação, os momentos de "perseguição" que viveram durante a gravidez de Frances Cobain, as brigas, o abuso de drogas e as causas que levaram à morte do companheiro, tudo é esclarecido sem papas na língua.

O diretor da produção levou mais de oito anos para reunir todo o material do filme, de fotos exclusivas da família a mais de 200 horas de filmagens inéditas do cotidiano de Cobain. Ao longo do filme, vemos o menino Cobain brincando com seus brinquedos quando pequeno, o jovem Cobain tocando seus primeiros acordes na guitarra, e o Cobain que todos conhecemos, fazendo coisas rotineiras que nunca haviam sido mostradas antes ao público, como algumas brincadeiras particulares com sua esposa Courtney Love na hora do banho e na hora de dormir.

Como já dito, o documentário teve a intenção de mostrar o lado mais humano de Kurt Cobain, e conseguiu isso muito bem. Entre tantas imagens reais, chama a atenção também o pertinente uso da computação gráfica, que mostra de forma animada fatos importantes na vida do cantor, além de "dar vida" aos seus diários, rascunhos de letras e desenhos. Literalmente entramos na mente de Kurt, o que ajuda a compreender um pouco mais sobre o que teria o levado ao trágico final.



Por fim, para quem gosta de Nirvana esse é um documentário imprescindível, mas ao mesmo tempo, a narrativa confusa, principalmente nas partes com efeitos visuais, afasta logo de cara quem não é fã da banda. Evidentemente que a trilha sonora compensa, e só por isso já vale a pena cada segundo.


Recomendação de Filme #56

Minha Vida Sem Minhas Mães - Klaus Haro (2005)

O cinema finlandês é conhecido por sua frieza na hora de contar histórias, e mesmo sendo o centro cinematográfico mais modesto entre os países nórdicos, é talvez o melhor dentre eles. Entre suas obras de maior qualidade uma se destaca em especial: Minha Vida Sem Minhas Mães (Aideista Parhain), de Klaus Haro, que num dia especial como hoje, dia das mães, é a oportuna recomendação da vez.


A narrativa aborda um episódio trágico que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial, e que até então era pouco conhecido. Durante a ocupação nazista, mais de 70 mil crianças finlandesas foram enviadas para um espaço neutro na Suécia, sendo acolhidas por famílias voluntárias que iriam adotá-las e ficar com elas até o fim dos conflitos. Entre essas crianças estava Eero (Topi Majaniemi), um menino de nove anos.

No novo país, Eero é recebido por um jovem casal. O novo ambiente e principalmente a nova rotina alteram drasticamente a vida do garoto, que no princípio não sabe nem falar a mesma língua que os donos da casa. Além disso, Signe (Maria Lundqvist), a sua "nova mãe", não aceita bem sua chegada pois estava esperando ansiosamente por uma menina.


A relação de Eero e Signe no começo é bastante conturbada. A mulher é uma verdadeira muralha de sentimentos e não consegue abrir mão disso para cuidar do menino. Ele por sua vez começa a tratá-la mal, nutrindo dentro de si uma mistura de saudade de casa com o sentimento de não ser bem vindo no lugar onde está. Com o tempo, no entanto, os dois vão se aproximando.

Ao longo do filme é possível criar uma forte empatia com a personagem de Signe, que no começo chega a ser odiável. O passado, mostrado em flashbacks, nos faz compreender melhor o motivo dela ser tão fechada em si mesma, e quando a verdade vem à tona, dói junto no espectador. Ao mesmo tempo, a história de Eero antes de sair de casa também é revelada, e enxergamos motivos suficientes para entendermos o porquê dele ser tão desconfiado e arredio.


O enredo do filme trata com primor, e sem ser apelativo, o doloroso impacto de uma guerra na vida das pessoas, principalmente das crianças. Mas acima de tudo mostra como o amor verdadeiro pode vir muitas vezes das pessoas que menos esperamos e nas situações mais adversas. O final é inesquecível, e deixa um nó na garganta difícil de desarmar. A trilha sonora também é épica, mas o mais impressionante de tudo ainda é ver o garoto Topi Majaniemi em cena, sem dúvida uma das maiores atuações infantis que já vi no cinema.

Delicado e singular, o filme de Klaus Haro é uma joia rara do cinema europeu, e merece ser mais conhecido. Recebeu 11 prêmios internacionais no ano do lançamento, e chegou a ser apresentado na Mostra de Cinema de São Paulo, mas jamais foi lançado comercialmente nos cinemas daqui, somente em DVD. Se tiverem a oportunidade de assistí-lo, não percam, pois vale cada segundo.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Estreias da Semana (07/05 a 13/05)

Nove filmes entram em cartaz nessa quinta-feira em todo o Brasil, e o grande destaque da vez fica com o thriller de ação O Franco-Atirador, protagonizado por Sean Penn e Javier Bardem. Quem gosta de uma comédia leve deve gostar de O Exótico Hotel Marigold 2, sequência do sucesso lançado em 2012, que conta com praticamente o mesmo elenco de três anos atrás e ainda a participação de Richard Gere. Já para quem gosta de drama, tem Cala a Boca, Philip, um filme que fala sobre o egoísmo do ser-humano nos dias atuais. Dos Estados Unidos tem ainda a comédia Super Velozes, Mega Furiosos, uma paródia da saga de sucesso Velozes e Furiosos. 

Cinco filmes nacionais estão entre as estreias, entre eles três documentários, com destaque para Últimas Conversas, filme do documentarista Eduardo Coutinho morto em fevereiro de 2014. Além dele, outro destaque é o drama de guerra A Estrada 47, uma co-produção entre Brasil, Itália e Portugal que promete mostrar um pouco mais sobre a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial. A lista completa dos filmes vocês conferem abaixo.

O Franco-Atirador

O assassino profissional Jim Terrier (Sean Penn) quer se aposentar e seguir a vida com seu grande amor (Jasmine Trinca). No entanto, a organização para qual trabalha, chefiada pelo inescrupuloso Felix (Javier Bardem), não admite sua decisão e o força a fazer mais um serviço. Como vingança, ele decide expôr todos os segredos que conhece da organização.

The Gunman, Estados Unidos/França/Reino Unido, 2015.
Direção: Pierre Morel
Duração: 115 minutos
Classificação: 14 anos
Ação / Suspense

O Exótico Hotel Marigold 2

Enquanto prepara seu casamento com Sunaina (Tina Desai), Sonny Kapoor (Dev Patel) tenta encontrar um tempo para expandir os negócios. Com o Hotel Marigold praticamente lotado, Sonny precisa encontrar uma outra propriedade para receber os novos hóspedes.

The Second Best Exotic Marigold Hotel, Estados Unidos/Reino Unido, 2015.
Direção: John Madden
Duração: 124 minutos
Classificação: 12 anos
Comédia / Drama

Cala Boca, Philip

O escritor Philip Lewis Friedman (Jason Schwartzman) anda em crise. Ele está super impaciente com a demora em ver seu segundo livro ser lançado, e além disso, seu namoro com a fotógrafa Ashley (Elisabeth Moss) não anda nada bem. As coisas começam a melhorar quando ele conhece seu ídolo, o autor Ike Zimmerman (Jonathan Pryce), que lhe mostra um novo mundo de vastas possibilidades.

Listen Up Philip, Estados Unidos, 2014.
Direção: Alex Ross Perry
Duração: 109 minutos
Classificação: 12 anos
Comédia / Drama

Super Velozes, Mega Furiosos

O filme faz uma paródia da franquia de ação Velozes e Furiosos. O jovem policial Lucas (Alex Ashbaugh) se infiltra numa gangue, que organiza corridas ilegais, liderada por Vin Serento (Dale Pavinski). A tarefa de Lucas é descobrir tudo sobre a gangue, que planeja um golpe contra o chefão do crime na região, Juan Carlos de la Sol.

Superfast!, Estados Unidos, 2015.
Direção: Aaron Seltzer e Jason Friedberg
Duração: 99 minutos
Classificação: 14 anos
Comédia

A Estrada 47

Durante a Segunda Guerra Mundial, um esquadrão de caçadores de minas da FEB (Força Expedicionária Brasileira) sofre um ataque de pânico. Com frio e fome, os soldados Guimarães (Daniel de Oliveira), Tenente (Julio Andrade), Piauí (Francisco Gaspar) e Laurindo (Thogun Teixeira) têm de optar entre encarar a Corte Marcial ou enfrentar novamente o inimigo.

A Estrada 47, Brasil/Itália/Portugal, 2015.
Direção: Vicente Ferraz
Duração: 107 minutos
Classificação: 12 anos
Drama

Sorria, Você Está Sendo Filmado

O roteirista Mathias (Bruce Gomlevisky) vive um inferno pessoal e, em um momento de desespero, se suicida em frente à Webcam do computador. Logo o apartamento dele é tomado por várias pessoas, como o porteiro Geneton (Lázaro Ramos), a faxineira Neide (Roberta Rodrigues) e o síndico Valdir (Otávio Augusto) e sua mulher Vera (Suzana Vieira).

Sorria, Você Está Sendo Filmado, Brasil, 2015.
Direção: Daniel Filho
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos
Comédia


Últimas Conversas

Último filme do documentarista brasileiro Eduardo Coutinho, morto em 2014, apresenta as conversas que ele teve com estudantes do Ensino Médio público do Rio de Janeiro. Os jovens falam de suas vidas, do bullyng, das decepções e dos sonhos para o futuro.

Últimas Conversas, Brasil, 2015.
Direção: Eduardo Coutinho
Duração: 85 minutos
Classificação: 12 anos
Documentário


De Gravata e Unha Vermelha

O documentário investiga a construção do próprio corpo na sociedade moderna, onde homens se tornam mulheres e vice-versa. E estilista Dudu Berholini entrevista e revela as experiências peculiares de Laerte, Rogéria, Ney Matogrosso, Candy Mel, entre outras personalidades.

De Gravata e Unha Vermelha, Brasil, 2015.
Direção: Miriam Chnaiderman
Duração: 86 minutos
Classificação: 12 anos
Documentário


A Vida Privada dos Hipopótamos

Christopher Kirk era técnico de informática nos Estados Unidos quando viajou à Colômbia para conhecer os hipopótamos do zoológico pertencente ao traficante de drogas Pablo Escobar. Chegando lá, Kirk fica mais interessado por uma mulher misteriosa que atende pelo nome de V, e nesse meio tempo, ele vai ao Brasil onde é condenado por tráfico internacional de drogas.

A Vida Privada dos Hipopótamos, Brasil/Estados Unidos, 2015.
Direção: Matias Mariani e Maíra Buhler
Duração: 91 minutos
Classificação: 10 anos
Documentário