quarta-feira, 30 de setembro de 2015

As 5 melhores atuações de Marion Cottilard

Nascida em Paris no dia 30 de setembro de 1975, Marion Cottilard é considerada, com méritos, uma das melhores atrizes do cinema atual. Filha de um casal de atores e dramaturgos, Cottilard sempre conviveu com o mundo das artes participando de peças de teatro desde criança, mas foi somente em 1994 que ela apareceu pela primeira vez no cinema, na comédia romântica A História do Garoto que Queria ser Beijado.

De lá para cá a atriz já participou de mais de 50 produções, entre longas e curta-metragens. Sua estreia como protagonista foi em Chloé, lançado em 1996, onde contracenou com a veterana Anna Karina. Ainda na década de 90 ela participou do seu primeiro grande sucesso: Táxi, de Gérard Pirès, onde chegou a ser indicada ao César na categoria de melhor atriz revelação. Em 2001, Cottilard recebeu sua segunda indicação ao César pelo filme Les Jolies Choses, e no mesmo ano protagonizou o suspense Une Femme Piégée, onde também recebeu inúmeros elogios. 

O ano de 2003 ficou marcado por ser o ano em que o nome da atriz finalmente viajou para além da fronteira francesa. Ao estrelar os filmes Amor ou Consequência, de Yann Samuell, e Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas, de Tim Burton, o nome de Cottilard começou a ganhar notoriedade ao redor do mundo. Um ano depois ela foi agraciada em Cannes com o troféu de atriz revelação, além de receber o prêmio César de melhor atriz coadjuvante por seu papel em Eterno Amor, de Jean-Pierre Jeunet.

Com o nome reconhecido mundo a fora, a atriz começou a fazer filmes de diretores famosos como Abel Ferrara (Mary) e Ridley Scott (Um Ano Bom), mas foi com Piaf - Um Hino ao Amor, de Olivier Dahan, que ela finalmente conseguiu a consagração mais importante de sua carreira até então. Ao dar vida à cantora Édith Piaf, Cottilard faturou todos os principais prêmios ao redor do mundo em 2008, como o Óscar, o Globo de Ouro, o BAFTA e o César de melhor atriz.

Nos anos seguintes Cottilard trabalhou com outros grandes diretores como Michael Mann, em Inimigos Públicos, Rob Marshall em Nine, Christopher Nolan em A Origem e Batman - O Cavaleiro das Trevas, Steve Soderbergh em Contágio e Woody Allen em Meia Noite em Paris. Seus últimos três filmes memoráveis são Ferrugem e Osso, excelente drama pelo qual ela também recebeu diversos prêmios, Era Uma Vez em Nova York, do diretor James Gray, e Dois Dias, Uma Noite, dos irmãos Dardenne.

Por fim, entre tantos trabalhos honrosos da atriz fica extremamente difícil escolher os melhores, mas para homenageá-la na data do seu aniversário, resolvi fazer uma lista especial com as cinco melhores atuações de sua carreira até então. Confira:

1. Piaf - Um Hino ao Amor (2007)

Em Piaf- Um Hino ao Amor (La Môme), a atriz interpreta de maneira sublime a icônica cantora Édith Piaf. Dona de uma personalidade difícil, Piaf se tornou um símbolo da música francesa e fez sucesso numa época em que a Europa vivia os horrores e medos da Guerra. Cottilard ganhou diversos prêmios por sua atuação, incluindo o Óscar, o Globo de Ouro e o BAFTA de melhor atriz.

2. Ferrugem e Osso (2012)

Na trama de Ferrugem e Osso (De Rouille et d'os), ela interpreta uma treinadora de baleias que mantém um relacionamento amoroso com um boxeador. Após um acidente com um dos seus animais, ela acaba perdendo as duas pernas, e precisa lutar contra as dificuldades físicas e mentais para continuar vivendo. O filme concorreu à Palma de Ouro em Cannes, e após sua exibição foi ovacionado por uma salva de palmas de 10 minutos. Não precisa nem dizer que um dos principais motivos disso foi justamente a participação da atriz.

3. Dois Dias, Uma Noite (2014)

Nas mãos dos competentes irmãos Dardenne, Cottilard deu vida à Sandra, uma mulher que acabou de perder o emprego na fábrica onde trabalhava há anos. Depois de descobrir que ela pode reaver a posição na empresa, desde que os colegas aceitem perder um direito para isso, ela começa a ir atrás de cada um deles para convencê-los a aceitar a proposta. A atuação dela no filme é brilhante, o que rendeu inúmeros elogios após a exibição na 67ª edição do Festival de Cannes.

4. Amor ou Consequência (2003)

Amor ou Consequência (Jeux d'enfants) é uma verdadeira fábula moderna a respeito do amor. Julien e Sophie se conheceram quando crianças e acabaram crescendo juntos. Quando menores, Julien deu uma lata em forma de carrossel para Sophie, e a partir de então, toda vez que eles se reencontravam eles eram obrigados a entregar a lata ao outro e cumprir uma tarefa. Isso acabou fazendo com que eles ficassem eternamente unidos e responsáveis um pelo outro. Uma atuação competente de Cottilard junto a Guillaume Canet, que viria a ser seu marido na vida real anos depois.

5. Inimigos Públicos (2009)

Dirigido por Michael Mann, Inimigos Públicos (Public Enemies) se passa na época da Grande Depressão e conta a história de um agente do FBI que tenta capturar lendários criminosos da época, como John Dillinger (Johnny Depp). Na trama, Cottilard interpreta Billie, a mulher de Dillinger, que com muito sangue frio acompanha o marido em todos os momentos tensos de sua vida.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Estreias da Semana (24/09 a 30/09)

Sete filmes entram em cartaz nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros e o grande destaque da vez é o drama Evereste, que acompanha a história real de um grupo de alpinistas que se viu em apuros enquanto tentava escalar a montanha mais alta do mundo. Outro destaque dos Estados Unidos é a animação Hotel Transilvânia 2, sequência do sucesso lançado em 2012. De lá tem ainda a comédia Um Senhor Estagiário, com Anne Hathaway e Robert De Niro.

Do cinema europeu tem A Pele de Vênus, novo filme do polonês Roman Polanski, e a comédia italiana O Vinho Perfeito. Fecham a lista ainda o documentário O Samba, parceria entre o cinema alemão e suíço que conta um pouco da história do samba no Brasil, e o drama nacional A Hora e a Vez de Augusto Matraga, baseado no clássico de Guimarães Rosa que por sua vez já ganhou inúmeras adaptações para as telas. Enfim, confira a lista completa:

Evereste

Baseado em fatos reais, o filme acompanha a história que aconteceu em 1996, quando três equipes rivais de alpinismo tentavam chegar ao ponto mais alto do mundo, no Monte Evereste. A situação se complicou depois que uma nevasca atingiu o local onde estavam, causando vários acidentes e colocando a vida de todos em risco.

Everest, Estados Unidos, 2015.
Direção: Baltasar Kormákur
Duração: 150 minutos
Classificação: 14 anos
Aventura / Drama / Suspense
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Hotel Transilvânia 2

Uma confraternização de família traz Vlad à cidade para visitar o filho distante, que ele não vê há muito tempo, mas ele logo faz com que a vida de todos os funcionários e hóspedes do hotel vire de cabeça para baixo.

Hotel Transylvania 2, Estados Unidos, 2015.
Direção: Geendy Tartakovski
Duração: 110 minutos
Classificação: Livre
Animação
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Um Senhor Estagiário

Jules Ostin (Anne Hathaway) é dona de um badalado site de moda. Ela está precisando de um funcionário e topa chamar alguém por meio de um programa de incentivo para contratação de idosos. O empresário Ben Whittaker (Robert De Niro) passa no processo, mas de cara, o choque de gerações entre eles se torna inevitável.

The Intern, Estados Unidos, 2015.
Direção: Nancy Meyers
Duração: 109 minutos
Classificação: 10 anos
Comédia
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A Pele de Vênus

A atriz Vanda (Emmanuelle Seigner) faz um jogo de sedução com o diretor teatral Thomas (Mathieu Amalric) para convencê-lo de que ela é a pessoa ideal para interpretar a protagonista de sua mais nova peça, inspirada em uma obra de Sacher Masoch.

La Vénus à la Fourrure, França/Polônia, 2014.
Direção: Roman Polanski
Duração: 118 minutos
Classificação: 14 anos
Drama 
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O Vinho Perfeito

O bancário Giovanni (Vincenzo Amato) se encanta pelos vinhos da Itália e acaba se tornando enólogo, escrevendo sobre o assunto em revistas e livros. Ele levava uma vida tranquila até conhecer um misterioso professor (Lambert Wilson), e para piorar, é acusado de matar sua ex-mulher, Adele (Giovanna Mezzogiorno).

Vinodentro, Itália, 2015.
Direção: Ferdinando Vicentini Orgnani
Duração: 92 minutos
Classificação: 16 anos
Comédia / Suspense
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O Samba

O documentário visa mostrar que o samba não é só uma dança, mas sim, um estilo de vida. O cantor Martinho da Vila guia o espectador pelo mundo do samba contando histórias de sua carreira e apresentando sua escola de samba, a Vila Isabel.

O Samba, Alemanha/Suiça, 2015.
Direção: Georges Gachot
Duração: 82 minutos
Classificação: 12 anos
Documentário / Musical
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A Hora e a Vez de Augusto Matraga

Augusto Matraga (João Miguel) é um homem temido no povoado onde mora. Após ser vítima de uma emboscada, é dado como morto, mas acaba sendo salvo por um casal.

A Hora e a Vez de Augusto Matraga, Brasil, 2015.
Direção: Vinicius Coimbra
Duração: 106 minutos
Classificação: 14 anos

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Crítica: O Conto dos Contos (2015)


Bastante conhecido no circuito europeu, principalmente no Festival de Cannes depois de Gomorra (2008) e Reality (2012), o italiano Matteo Garrone volta às telas em 2015 com um filme completamente diferente de tudo que ele já havia realizado até então. Se nos dois filmes anteriores ele abusou da realidade nua e crua, em O Conto dos Contos (Il Racconto dei Racconti) ele flerta com o lúdico e o fantasioso ao mostrar três "contos de fadas" bizarros que se passam há alguns séculos atrás.


A primeira narrativa acompanha o casal real formado por John C. Reilly e Salma Hayek. O Rei e a Rainha de Longtrellis querem um filho a qualquer custo, mas por algum motivo ela nunca consegue engravidar. A última alternativa é apelar para uma simpatia prescrita por um mago, onde a Rainha deve comer o coração de um monstro marinho, morto pelas mãos do Rei e cozinhado por uma virgem. Porém, ele alerta: toda vida criada exige uma perda, para que o equilíbrio na Terra seja mantido, e isso pode custar caro no fim das contas.

Depois de conseguir finalmente dar a luz, ela precisa lidar com outro problema: o crescimento precoce e a independência do filho (Christian Lees), que faz a Rainha se tornar uma mãe super protetora ao extremo. Ela não aceita sua amizade com o filho da criada, e isso acaba causando um desconforto enorme na relação familiar, que se transforma em um barril de pólvora pronto a explodir.


A segunda estória acompanha o Rei de Strongcliff (Vincent Cassel), dado a orgias e excessos, que se apaixona por uma mulher que ele ouve cantar através da janela de seu palácio. Apaixonado por sua voz, ele acredita se tratar de uma jovem e bela moça e passa a seguir seus passos, mas nem imagina que na verdade ela é Dora (Hayley Carmichael), uma idosa que vive trancafiada dentro de casa com sua irmã Imma (Shirley Henderson).

Inexplicavelmente, de um dia para o outro Dora volta a ter a aparência jovial de décadas atrás, e graças a isso, acaba conquistando definitivamente o coração do Rei que pede sua mão em casamento. Porém, novamente o filme mostra que tudo tem seu preço, e Dora precisa deixar de lado a irmã que faz de tudo para voltar a ter sua companhia.


A terceira e última trama é talvez a mais estranha e bizarra de todas (se é que isso é possível), e conta a estória do Rei de Highhillsque (Toby Jones) que cria uma fixação por uma pulga e passa a criá-la e alimentá-la como seu animal doméstico até que ela alcance um tamanho descomunal. 

Enquanto isso, sua filha Violet (Bebe Cave) sonha casar e sair de casa, e o Rei promete fazer uma aposta com todos os homens do reino para que um deles seja seu genro. Porém, quem ganha a aposta é um homem incrivelmente selvagem e boçal, que acaba levando a jovem princesa para morar em uma caverna no meio das montanhas. Com a ajuda de Circus Owner (Alba Rohrwacher) e seus filhos, Violet tenta escapar, mas a tarefa é muito mais difícil do que ela imaginava.


Reza a lenda que todos os contos de fadas famosos advém de histórias reais e trágicas, e o que Garrone faz aqui é simplesmente mostrar os contos como eles realmente deveriam ser, com muito sangue e passagens sombrias sim, mas principalmente muita ambição e ganância. Todos tinham desejos, mas para estes serem concedidos o custo foi alto, e cada um fez sua escolha e arcou com suas próprias consequências.

As histórias não se cruzam, apesar de serem contadas paralelamente, mas isso não faz o filme perder sua graça. A beleza visual é sem dúvida o que mais chama a atenção, mas todo o roteiro é construído com minúcia, e as atuações também são bastante competentes.


Por fim, só posso dizer que O Conto dos Contos é uma experiência única no cinema atual. Há muito tempo não sentia algo tão poderoso vindo de um filme, e fiquei bastante emocionado com o resultado final. Vale muito a pena dar uma conferida.


sábado, 19 de setembro de 2015

Crítica: Que Horas Ela Volta? (2015)


Eleito melhor filme pelo júri popular no festival de Berlim deste ano e aplaudido de pé no festival de Sundance, Que Horas Ela Volta? é a representação do cinema nacional em sua melhor forma, e já pode ser considerado um dos melhores filmes brasileiros da década. Com um olhar crítico sobre a sociedade e seus preconceitos velados, o longa estrelado por Regina Casé foge de qualquer esteriótipo do gênero e nos mostra uma história emocionante e extremamente humana.


Val (Casé) é uma pernambucana carismática que deixou sua terra natal para tentar a sorte em São Paulo. Há anos ela trabalha como empregada de uma família rica do Morumbi, onde mora no local e divide o tempo entre os afazeres domésticos e o cuidado com o filho da família, Fabinho (Michel Joelsas).

Certo dia, Val recebe o telefonema de sua filha Jéssica (Camila Márdila) que ela não vê há 10 anos, informando que está vindo para São Paulo para prestar o vestibular em uma importante faculdade e precisa de um lugar para ficar. Com o consentimento dos patrões, Val traz a filha para a casa deles até ela arrumar um lugar para alugar.

De forma espontânea, Jéssica vai adentrando na família questionando tudo que vê, desde valores e conceitos até o lugar de cada um. Ela é a figura que chega para desconstruir tudo o que Val achava certo, pois diferentemente da mãe, ela não aceita ser tratada como "inferior", e busca seu espaço de pescoço erguido e personalidade forte.


O filme aborda com muito bom humor essa relação que existe entre patrões e empregados, e foge de qualquer tipo de clichê que se poderia imaginar. Com extrema simplicidade, o enredo nos mostra que, mesmo que implícito, o preconceito entre classes sociais ainda é latente, e isso fica evidente por exemplo, quando Jéssica entra na piscina da casa e no dia seguinte a dona chama alguém para "desinfectar" a água com a desculpa de que teria entrado um rato.

Outro ponto interessante do filme é que grande parte das cenas se passam na cozinha da casa, com a câmera estática, deixando apenas uma fresta da porta para vermos o que acontece do lado de fora. Uma excelente perspectiva da visão que a empregada tem e do seu lugar na família, que gosta muito dela mas impõe os limites de onde ela pode ou não ir.



Tem ainda a questão entre Val e Fabinho. Como a mãe vivia para o trabalho, o menino acabou passando muito mais tempo da sua vida com a empregada do que com ela, e o nome do filme é justamente a pergunta que o garoto fazia quando era pequeno, sobre o horário que sua mãe voltaria para casa. Além disso, o nome em inglês também não poderia ser mais pertinente: The Second Mother (A Segunda Mãe), já que Val acabou sendo uma mãe para Fabinho, o que por motivos de sobrevivência, ela não conseguiu ser para Jéssica.

A escolha de Regina Casé não poderia ter sido mais acertada. Ela desempenha maravilhosamente o papel e transforma Val, com sua ingenuidade e coração grande, em uma das personagens mais incríveis do cinema nacional. Camila Márdila também está muito bem no papel de Jéssica, e o prêmio para as atuações das duas em Sundance foi mais do que merecido.


Por fim, Que Horas ela Volta? é um filme tão sincero que parece até um documentário. Muitos não vão gostar, mas uma das maiores riquezas do filme é mostrar o quanto o Brasil avançou na questão da desigualdade nestes últimos anos, principalmente ao mostrar a filha da empregada, nordestina e oriunda de escola pública, que com esforço conseguiu entrar para uma das melhores faculdades do país. Brilhante trabalho de Anna Muylaert.


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Estreias da Semana (17/09 a 23/09)

Apenas quatro filmes entram em cartaz nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros e o principal destaque nas bilheterias deverá ser Maze Runner 2 - Prova de Fogo, sequência do sucesso lançado no ano passado. Os outros três filmes vem do continente europeu, e o destaque entre eles é o drama De Cabeça Erguida, que abriu o Festival de Cannes deste ano e foi bastante elogiado pela crítica presente. Da parceria entre o cinema alemão e o cinema israelense tem A Festa de Despedida, uma comédia que pretende mostrar a questão da eutanásia de forma bastante peculiar. Para fechar a lista tem o dinamarquês Tristeza e Alegria, que representou o país no último Óscar. Enfim, confira.


Maze Runner 2 - Prova de Fogo

Depois de enfrentar muitos desafios, Thomas (Dylan O'Brien) e seus amigos pensam que estão a salvo em uma nova realidade. Porém, eles são surpreendidos pelos Crancks, criaturas que querem devorá-los vivos, e para sobreviver precisam fazer uma travessia repleta de provas cruéis e desafiadoras, em um mundo devastado sem água nem comida.

Maze Runner: Scorch Trials, Estados Unidos, 2015.
Direção: Wes Ball
Duração: 110 minutos
Classificação: 14 anos
Ação / Suspense
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De Cabeça Erguida

Em sua infância, Malony (Rod Paradot) teve uma mãe desequilibrada e isso gerou reflexos na sua adolescência. Ele se tornou um jovem delinquente sem se preocupar com as consequências, o que o levou a um centro de recuperação onde passou a ter um tutor para ajudá-lo a tomar um rumo na vida.

La Tête Haute, França, 2015.
Direção: Emmanuelle Bercot
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos
Drama
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A Festa de Despedida

Em Jerusalém, idosos de uma casa de repouso criam uma máquina de eutanásia para ajudar aqueles amigos que não aguentam mais viver. O aparelho faz o maior sucesso entre os velhinhos, mas eles precisam manter a discrição para não serem descobertos.

Mita Tova, Alemanha/Israel, 2015.
Direção: Sharon Maymon e Tal Granit
Duração: 95 minutos
Classificação: 14 anos
Comédia
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Tristeza e Alegria

O cineasta Johannes (Jakob Cedergren) chega em casa e descobre que sua esposa Signe (Helle Fagralid), uma mulher emocionalmente frágil, matou sua filha de apenas nove meses. Ele está convencido da inocência dela e tenta evitar a condenação da mulher, e uma série de flashbacks podem ser a chave para a compreensão dessa tragédia.

Sorg og Glaede, Dinamarca, 2014.
Direção: Nils Malmros
Duração: 107 minutos
Classificação: 14 anos
Drama
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