Em seu terceiro longa-metragem como diretor, Bradley Cooper se propõe a observar com sensibilidade as nuances do fim de um relacionamento amoroso, focando menos no rompimento em si e mais sobre o que vem depois: a autodescoberta, a reconstrução individual e o delicado processo de reorganizar a própria identidade quando o “nós” deixa de existir depois de muitos anos, não apenas dos envolvidos diretos, mas também daqueles que orbitam a dinâmica do casal.
A trama gira em torno de Alex Novak (Will Arnett) e Tess Novak (Laura Dern), um casal com dois filhos que chega a conclusão de quem não funcionam mais juntos. É interessante a maneira como Cooper mostra esta separação, que acontece quase casualmente, enquanto ambos se arrumam para sair de casa, numa espécie de decisão mútua, sem dramas, explosões e amarguras. É o retrato de um casamento que já teve muito amor mas que se perdeu nas entrelinhas da complexa vida à dois, e cuja decisão de se separar parece, no momento, o ato mais maduro possível a ser tomado.
No entanto, a ficha demora a cair. Após uma tarde juntos, Alex quase embarca no mesmo transporte que Tess, um hábito automático que denuncia o quanto a rotina compartilhada anteriormente ainda está muito viva. Os filhos também os enchem de perguntas, e as repostas são sempre as mesmas, protocolarmente otimistas, de vai ficar tudo bem, e de que é o melhor para todos. O clima amigável entre os dois suaviza o impacto para os pequenos neste processo, pois não há aquela ruptura drástica na vida familiar, mas isso não quer dizer que seja fácil e que não haja dor, ainda que silenciosa.
Tentando lidar com o vazio recém-instaurado, Alex entra por acaso em um bar de stand-up e decide colocar seu nome na lista de apresentações, inicialmente apenas para não precisar pagar a entrada. O improviso diante do microfone sobre seu casamento de vinte e seis anos e o divórcio inesperadamente arranca risadas genuínas da plateia, e dele próprio. A partir daí, a comédia torna-se uma válvula de escape para ele e, pouco a pouco, um novo propósito. Tess, por sua vez, reencontra no vôlei, sua antiga paixão, uma forma de reconectar-se consigo mesma. Enquanto ele transforma frustração em humor, ela redescobre o corpo e o movimento como formas de expressão. São trajetórias paralelas de reconstrução que avançam até que as próprias escolhas dos personagens os coloquem novamente diante um do outro.
O filme não tenta ser maior do que é capaz, e acho que este é o seu ponto positivo. Diferentemente de Maestro, obra em que Cooper parecia empenhado em demonstrar virtuosismo técnico e ambição dramática em busca de estatuetas no Óscar, aqui o diretor adota um tom mais contido, quase doméstico. O roteiro é simples, intimista e despretensioso, o que pode ser visto tanto como qualidade quanto como limitação.
Particularmente, as atuações não me convenceram, sobretudo a de Arnett, que parece oscilar entre o carisma natural e uma certa superficialidade. Embora a proposta seja a de um drama leve e honesto, o roteiro acaba se tornando excessivamente morno, recorrendo a clichês já bastante explorados pelo gênero, especialmente em sua reta final. O resultado é um filme bem-intencionado, mas que raramente ultrapassa a zona de conforto, permanecendo de pé, sim, mas sem nunca realmente alçar voo.



Nunca imaginei que iria partilhar uma história como esta, mas os meses que se seguiram ao meu término foram dos mais difíceis que já enfrentei. O meu ex-namorado e eu distanciámo-nos tão repentinamente que me senti completamente à deriva. Frustrada e precisando desesperadamente de pôr as coisas em ordem, deparei-me com histórias sobre a Dra. Wealthy, cujos rituais ajudavam as pessoas a encontrar clareza emocional e reconciliação.
ResponderExcluirEnviei-lhe uma mensagem no WhatsApp (+2348105150446) com algum ceticismo, mas o que me surpreendeu foi como o ritual se tornou um ponto de viragem para mim. Encorajou-me a confrontar os meus sentimentos honestamente e a libertar o ressentimento que vinha guardando. Em 4 DIAS, algo mudou — o meu ex contactou-me inesperadamente. A nossa primeira conversa foi calma, sincera e aberta de uma forma que não acontecia há meses.
Lentamente, começamos a reconstruir a confiança. Não foi magia no sentido literal; o ritual proporcionou-me um espaço para curar, refletir e trazer de volta uma comunicação mais saudável para a minha vida. Hoje, estamos novamente juntos, tudo graças ao Dr. Wealthy. Pode pedir-lhe ajuda. Envie um e-mail para wealthylovespell@gmail.com