quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Crítica: Creed - Nascido Para Lutar (2016)


Depois de Rocky (1976), Rocky Balboa se tornou um dos personagens mais emblemáticos da história do cinema. Criado e interpretado por Sylvester Stallone, o boxeador multicampeão ganhou diversas sequências ao longo dos anos e volta à ativa em Creed - Nascido Para Lutar, só que dessa vez apenas como treinador, já que ele está definitivamente aposentado dos ringues.



Adonis Creed (Michael B. Jordan), filho do falecido Apollo Creed, desde a infância já se envolvia em confusões, o que fez com que ele passasse boa parte do tempo em casas de detenção. Sua vida mudou quando Mary Anne (Phylicia Rashad), ex-esposa de seu pai, apareceu e o pegou para criar.

Depois de uma pequena introdução o filme logo pula para 2015, onde Creed, já adulto, leva uma vida cômoda e de alto padrão. Mesmo tendo todas as oportunidades nas mãos, ele resolve largar tudo para investir na carreira de lutador de boxe, seguindo assim os passos do pai. 



O começo é difícil, mas com o tempo ele conhece Rocky Balboa (Sylvester Stallone), que agora aposentado comanda um pequeno restaurante. Balboa aceita treinar Adonis depois de ver que ele tem potencial, mas reluta em usar seu nome para evitar que ele seja conhecido apenas por ter o nome do pai.

A relação que se cria entre os dois é bastante fraternal, e vai além de treinador/pupilo.  O enredo não vai muito além de outros filmes do gênero e não traz grandes novidades, mas o poder do filme está justamente na junção dos dois atores, que em cena tem uma sintonia incrível, fruto das atuações competentes de Jordan e Stallone.



Por fim, pode-se dizer que Creed - Nascido Para Lutar é um filme extremamente nostálgico, principalmente por trazer inúmeras referências a todos os filmes do Balboa (a cena final com certeza fará os mais saudosistas irem às lágrimas). Fica a sensação de despedida de um personagem tão querido de todos e, quem sabe, do nascimento de um novo ídolo.


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